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Se for bater, não entre

Francisco de Santana

Vivenciamos um cotidiano de violências em todos os campos e níveis. Até o momento não se fez nada pela paz e pela concórdia. Há um desajuste entre a alma e corpo. Os dois não se entendendo  desencadeiam um desajuste provocando brigas, desavenças, discussões e guerras. O homem abriu guerra contra as mulheres praticando o feminicídio, que vem aumentando consideravelmente. A Lei Maria da Penha não intimidou as ações dos agressores. Será que nossas leis são fracas? Frouxas? Inadequadas? Ultrapassadas? Há quem grita e apela para as prisões perpetuas ou de mortes. Países guerreiam pela fortuna, conquistas de terras, convicções religiosas e supremacia de egos.

A atriz e ativista Taís Araújo frequentemente se posiciona contra a violência direcionada às mulheres, o que inclui o feminicídio, e tem participado de atos e campanhas sobre o tema. Ela enfatiza a necessidade de atenção aos relacionamentos abusivos e de se pensar na segurança feminina. 

Principais Palavras e Posicionamentos

Necessidade de Atenção e Denúncia: Taís Araújo já fez um apelo público, lembrando a importância de as pessoas estarem atentas aos sinais de relacionamentos abusivos ao seu redor. Em uma publicação, ela escreveu: “Aquelas mulheres precisam de nós. Que hoje, mais do que nunca, estejamos atentos. Ligue 180”.

Discussão sobre Segurança: Durante um ato de combate à violência contra mulheres no Rio de Janeiro, ela destacou a importância de as mulheres pensarem coletivamente sobre sua segurança: “Temos que pensar na nossa segurança”.

Conscientização sobre Abuso: Ela também aborda formas mais sutis de violência, como o assédio moral e psicológico, ressaltando que muitas mulheres podem estar sofrendo abuso sem nem mesmo saber.

Ativismo e Representatividade: Como defensora dos Direitos das Mulheres Negras da ONU Mulheres Brasil, Taís Araújo trabalha para dar visibilidade às mulheres negras, que são um dos grupos mais vulneráveis à violência no país.

Participação em Publicações: A atriz é uma das mulheres retratadas em um livro que aborda a luta contra o feminicídio, o que reforça seu compromisso com o combate a essa causa. 

Em essência, Taís Araújo utiliza sua voz e visibilidade para chamar a atenção para a gravidade da violência contra a mulher no Brasil, incentivando a solidariedade, a denúncia e a conscientização sobre o problema. 

Até a natureza tem se rebelado contra as ações humanas. A “ação da natureza contra o homem” se manifesta principalmente como consequência dos impactos humanos no meio ambiente, gerando desastres (secas, inundações, aumento de doenças) e desequilíbrios (perda de alimentos, poluição) que afetam a própria humanidade, num ciclo de retroalimentação onde a exploração insustentável gera retornos negativos, como as mudanças climáticas, que por sua vez, resultam em catástrofes naturais e ameaçam a saúde e o bem-estar humano. 

Bom tempos aqueles que recitávamos o belo poema “A Pátria” de autoria do poeta/escritor Olavo Bilac. Você ainda se lembra dele?  Então vamos nos recordar.

“Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
Criança! não verás nenhum país como este!
Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,
É um seio de mãe a transbordar carinhos.
Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!
Vê que grande extensão de matas, onde impera
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!

Boa terra! jamais negou a quem trabalha
O pão que mata a fome, o teto que agasalha…

Quem com o seu suor a fecunda e umedece,
Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!

Criança! não verás país nenhum como este:
Imita na grandeza a terra em que nasceste!”.

Eu gosto muito de viajar para o meu interior na busca de respostas de muitos questionamentos e também recorro à doutrina espírita para analisar e me instruir sobre tanta rebeldia, violência, guerras e mortandades. O espiritismo analisa a violência como uma “doença da alma” e um fruto da imperfeição moral humana, resultante da predominância dos instintos agressivos sobre a razão e os sentimentos nobres. A violência não é vista como algo predestinado, mas como consequência do exercício do livre-arbítrio em um estágio inicial de evolução espiritual. As principais causas apontadas pela doutrina espírita são:

Imperfeição Moral: A violência deriva do estágio evolutivo dos espíritos encarnados na Terra, que ainda estão sujeitos a paixões inferiores como o egoísmo, o orgulho, o ódio e a vingança.

Livre-Arbítrio e Responsabilidade Individual: Cada indivíduo é responsável por seus atos. O crime e a violência resultam da escolha consciente ou inconsciente de agir de acordo com instintos menos elevados, e não de uma predestinação.

Afastamento dos Princípios Divinos: A falta de uma educação moral e espiritual, bem como filosofias materialistas que ignoram a imortalidade da alma e as leis divinas, contribuem para o aumento da violência.

Lei de Causa e Efeito (Lei do Karma): A violência gera consequências para o agressor, que, em encarnações futuras, poderá passar por provas e expiações para aprender e reparar o mal cometido. Isso pode ocorrer inclusive em resgates coletivos, onde grupos de espíritos com débitos semelhantes vivenciam tragédias juntas para o seu aprendizado e progresso. 

A solução para a violência, segundo o espiritismo, passa necessariamente pela transformação moral do indivíduo e da sociedade. A doutrina sugere:

Desenvolvimento da Espiritualidade: A compreensão da imortalidade da alma e da lei de causa e efeito encoraja os indivíduos a agirem pacificamente e a buscarem a evolução moral.

Educação Moral e Evangélica: A difusão dos ensinamentos de Jesus, baseados no amor e na caridade, é vista como o caminho para erradicar o ódio e a violência.

Pacificação Interior: O espiritismo propõe que, ao se pacificar interiormente, o ser humano reage menos negativamente às adversidades e emana energias positivas, contribuindo para um ambiente social mais harmonioso. 

Em suma, a violência é vista como um mal temporário e transitório, que deixará de existir à medida que a humanidade evoluir moral e espiritualmente. 

Para reflexão eu não poderia deixar para você analisar um parecer do Mestre, Chico Xavier que disse:

“A violência é uma consequência do desamor que temos vivido em nossos tempos, conforto talvez excessivo que a era tecnológica nos proporciona. A criatura vai se apaixonando por facilidades materiais e se esquece de que nós precisamos de amor, paciência, compreensão e carinho. A ausência desses valores espirituais vai criando essa agressividade exagerada no relacionamento entre as pessoas”.  Ficou alguma dúvida?

 

(Fontes: Internet/Poema “A Pátria” de Olavo Bilac).

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