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Mês das mulheres deve ser lembrado como um momento de luta por igualdade de direitos

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Março é o mês das mulheres, e no dia 8 é comemorado o dia Internacional da Mulher data que representa muito mais do que uma homenagem à classe feminina, mas sim tudo o que já foi conquistado por elas e todas as lutas diárias por igualdade de direitos. As mulheres podem ser o que quiserem, elas têm a força e a garra de quem corre atrás de suas metas e traçam objetivos como ninguém. Elas passam por adversidades, preconceito e ainda enfrentam jornadas duplas em seus trabalhos e casas, tudo isso com uma doçura que só quem é mulher sabe ter.

O que não faltam são histórias de mulheres batalhadoras, que buscam todos os dias seu espaço na sociedade sem perder a delicadeza e a leveza de ser mulher. Uma história que todos precisam conhecer é a da cientista polonesa Marie Curie, que no fim do século 19, junto com seu marido e com Henri Becquerel descobriu a radioatividade e com isso ganhou seu primeiro prêmio Nobel. Sozinha, Marie descobriu dois elementos químicos: polônio e rádio. E foi com essa descoberta que Marie Curie conquistou seu segundo Nobel e se tornou a primeira mulher no mundo a conquistar tal prêmio. Outra mulher forte e que todos nós merecemos conhecer, é a paquistanesa Malala Yousafzai, ganhadora do prêmio Nobel da Paz com apenas 17 anos. Sua história ficou famosa após a garota ser baleada na cabeça por militantes do talibã enquanto voltava da escola e sua luta pelos direitos das mulheres e ao acesso à educação lhe tornou mundialmente conhecida. No local onde Malala vivia os talibãs impedem as jovens de frequentarem as escolas.

Na área da saúde, muitas são as mulheres que contribuíram para a evolução dessa ciência. Como por exemplo, Adriana Melo, a obstetra paraibana que descobriu a relação entre o vírus da zika e a microcefalia em 2015.  Já a virologista francesa Françoise Barré- Sinoussi, em parceria com Luc Montagnier descobriu o vírus do HIV em 1983 e em 2008 foi premiada com um Nobel. Françoise dedicou mais de 30 anos de sua vida à pesquisas sobre HIV/AIDS e tem grande influência nas ações para prevenção e tratamento da doença em países pobres.

É preciso mais

Mesmo com tantas conquistas e histórias bonitas de mulheres fortes, a classe feminina ainda tem muito pelo que lutar. A desigualdade de gênero é uma realidade no Brasil, segundo o IBGE em dezembro de 2017, o percentual de mulheres parlamentares no Congresso Nacional era de 11,3%. No Senado, 16% eram mulheres e na Câmara dos Deputados, apenas 10,5%. E não é só na política que as estatísticas apontam disparidade entre homens e mulheres, pesquisas do IBGE indicam que mesmo tendo maior nível de escolaridade elas ainda recebem menos que os homens. O percentual de mulheres com nível superior completo é de 21,5% enquanto o de homens atingiu 15,6%. Na mesma categoria o rendimento das mulheres equivalia a 63,4% do que os homens recebiam em 2016.

Além disso, as classes femininas não têm ainda a proteção que necessita, já que de acordo com o IBGE apenas 7,9% dos municípios têm delegacias especializadas para atender mulheres. E é por isso que o dia da mulher deve sim ser comemorado com homenagens, mas também com a consciência de que elas merecem igualdade de direitos.


Força Médica e Cooperativa

Segundo o estudo Demografia Médica no Brasil, entre os médicos as mulheres representavam 45,6% do total em 2017. Entretanto se comparado a outros anos este número vem crescendo e entre os mais jovens elas já são maioria, representando 57,4% no grupo até 29 anos e 53,7% entre 30 e 34 anos.

O Sistema Unimed, presente em todo o território nacional tem nas mulheres a grande força de seu trabalho e de suas conquistas. Elas respondem pela maioria absoluta entre os empregos diretos gerados pelo sistema e ocupam cargos de liderança e gestão, além é claro da presença notória, crescente e essencial de médicas em todos os cantos do país. Na medicina, especificamente, encontramos especialistas mulheres nas mais diversas áreas de conhecimento que eximiamente cumprem seu papel junto à comunidade, com leveza, profissionalismo e seriedade.  

Homenagem

No dia 08 de março, a Unimed prestou uma homenagem a suas colaboradoras, que representam mais de 70% do corpo de trabalho da cooperativa. “Temos uma força de trabalho maioritariamente feminina e que nos enche de orgulho. São elas que com sua leveza e firmeza, com suas multifuncionalidades e dinamismo fazem de nossa Unimed esta empresa reconhecida e que enche nossa cidade de orgulho”, disse Benedito Veiga, presidente da Unimed, que completou “Este ano, oferecemos uma suculenta a cada colaboradora. Esta planta traz a simbologia da resistência e do amor, e assim também enxergamos as mulheres”.  

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