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Barbacena Online, Tecer Cultural e Galpão uniram forças para realizar a Virada Cultural 2023, na cidade. Serão 24 horas de arte e cultura, com diversas manifestações de linguagens artísticas produzidas em Barbacena, começando ao meio-dia de 30 de setembro (sábado) e terminando ao meio-dia de 01º de outubro (domingo).
Artistas da cidade, músicos, artesãos, escritores, enfim, todas as formas de manifestação artística estão marcando presença.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]
Barbacena Pulsa arte!! Confira a programação da Virada Cultural
Está chegando a hora!!! Sábado (30), ao meio-dia, começa a Virada Cultural, com 24 horas de atrações artísticas e culturais da cidade de Barbacena, numa produção independente envolvendo Barbacena Online, Tecer Cultural e Galpão.
A Virada começa no espaço Tecer Cultural (Rua Freire de Andrade, 43 – centro) e segue até 21h30, quando um Cortejo cultural, nunca visto na cidade, segue até o Galpão (Rua Martinho Campos, 117 – bairro São José), onde continuam as atrações. No domingo pela manhã as atividades são retomadas na Tecer Cultural, a partir das 6h, com um café cultural com muita poesia, declamação e gente feliz. Vale a pena conferir a programação abaixo e, claro, não perder nenhuma das atrações.
Artesãos e escritores da cidade, durante toda a Virada Cultural, vão mostrar suas obras e artes. Não vai dar nem para piscar os olhos.
Programação da Virada Cultural
Sábado, 30 de setembro
Tecer Cultural
Entrada Franca
12h – abertura e recepcionar artistas e público + Feira de Artesanato
13h – Cultura Popular com Roseli Santos + Lidiane Cristina + Maria Dammasceno + Edgar Alves + Marcus Bonato (mediador) e convidados
14h – banda da PMMG
14h40 – Tamyres, Daniel e Miguel – Música erudita
15h10 – Roda de conversa com escritores
Regina Bertola + Rodrigo Geoffroy + Evandro Alessio + Gogoia Bittar + Ricardo Salim (mediador)
16h30 – Élida Nascimento – Cure-se
Convite especial para os artesãos
17h – Gutemberg Nascimento (Monólogo: Fabiano e o Soldado Amarelo)
17h30 – Stand-up (Marcinho Ribeiro + Mateus Souza + Felipe o Joel)
18h10 – Documentário a Toca do Boris
18:30 – Encontro com os Compositores #Uardarrua –
Epson Lima + Giovana Martins + Lucas e os Itinerantes + Victor + Hilreli + Pitágoras + Otávio e convidados
21h CORTEJO / concentração
Batucada Barbacena + Cosplay
GALPÃO
(entrada: R$20)
22h30 às 0h -Trap/rap
Nova Rota + GT7 + Caio César + Matheus Souza + Grove Records
0h – Pop Rock
Bandage + Carmocélis + Tio Pankas
2h – Demente Social
2h30 – DJs Convidados + exibição de clips de artistas da cidade
Domingo – 01/10
Tecer Cultural
Entrada Franca
6h às 9h – Café Cultural:
8h – Papo com o escritor – Declamações, crônicas, poemas e demais manifestações literárias (Geraldo Magela, Edina, Marina, Isabella, Cida Saraiva, Rafael Capuzzo, George Loes, Maria José Damasceno, Victor Hugo, Otávio Henrique, Marcus Oliveira, Maria Inês Resende e outros)
9h – Grupo de Palhaças Clowns do IVERT
9h40 – Rosana Bailarôna
10h – Palhaço Pinico – O pequeno grande circo do Pinico
11h – Coral Musidin
11h30 – Banda Fora de Forma
Classificação: 18 anos.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]
Confira algumas fotos da Virada Cultural 2023:
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Escritores
A Virada Cultural, promovida pelo Barbacena Online em parceria com Tecer Cultural e Galpão, contará com 24 horas ininterruptas de muita arte e cultura. E a literatura não poderia ficar de fora. Participarão do evento diversos escritores de Barbacena e região, que terão a oportunidade de apresentar ao público suas obras.
Haverá recitais de poesia, apresentação de obras e conversas com autores. A programação contemplará diversos gêneros literários e temas, de poemas a romances, passando por arquitetura, teatro e literatura infantil. Uma oportunidade imperdível para conhecer de perto o que vem sendo produzido em Barbacena, pois a cidade pulsa arte!
Confira abaixo a lista dos escritores confirmados:[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]

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[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Kennedy Rafael é artista plástico formado pela Escola Guignard, em Belo Horizonte. Atualmente, mora em Barbacena e trabalha com diversas expressões artísticas, como cerâmica, design gráfico e de produto e esculturas com materiais da natureza ou de descarte. Na área da literatura, se dedica a escrever poesias visuais, misturando a linguagem verbal com elementos das artes plásticas. Na Virada Cultural, vai apresentar alguns de seus poemas.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Maria José Damasceno é, além de escritora, professora e especialista em inteligência emocional, residente na cidade de Carandaí. É autora, dentre outros, do livro O Som do Coração. A obra fala sobre temas importantes, como racismo, escravidão e cultura africana direcionados a um público infantil. Ao acompanhar a história de Zuri, os leitores são convidados a conhecer um pouco mais sobre a Congada, importante manifestação cultural de nossa região.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]

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Artesãos
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Márcia Coelho começou a trabalhar com artesanato para complementar a renda, e já está há 30 anos na função. Se dedica mais ao feltro, porém, ainda trabalha com madeira, produzindo peças decoradas, lembranças, caixas de casamento e tudo que engloba o material. Até mesmo depois da pandemia, ela manteve uma loja que vendia todo tipo de material para confecção de artesanato de diversos tipos. Para Márcia, a Virada Cultural vai servir para mostrar um pouco do seu trabalho.
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Artesã há pelo menos 28 anos, Viviane de Paula trabalha com confecção de peças em feltro para decoração de festas infantis, lembrancinhas de maternidade e decorações natalinas. O artesanato entrou em sua vida ainda quando criança, através do incentivo da mãe. Hoje ela é dona de um ateliê que carrega o seu nome, além de ser sua principal fonte de renda. Viviane se sente muito honrada em poder participar da Virada Cultural pois é uma excelente oportunidade para que ela possa estar mostrando seu trabalho para os conterrâneos de Barbacena, e com isso, atrair novos clientes.
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Alexsandra Mendes começou a trabalhar com artesanato por um acaso. Estava no Encontro de Adolescentes com Cristo (EAC), fez algumas lembrancinhas para o evento que acabaram caindo nas graças das pessoas que participavam. Antes, ela produzia apenas por hobby, agora o artesanato é uma renda extra. A artesã valoriza a participação na Virada Cultural pela possibilidade de dar um up para quem trabalha com artesanato em Barbacena, incluindo a visibilidade ao seu trabalho com feltro, MDF e ponto cruz.
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Maria Aparecida além de artesã, é também vendedora de roupas. Em tempos de pandemia, ela não pôde viajar para buscar peças de roupa em outras cidades, foi então que decidiu trabalhar com artesanato de suculentas, fazendo vasinhos de cimento e montando arranjos para vender. Hoje, Maria produz arranjos em cabaças, trabalha com semente de árvores entre outras coisas, auxiliando na renda da família. A artesã enxerga a Virada Cultural como um evento grandioso, que promoverá a cultural e com potencial para expandir o trabalho dela, através do reconhecimento e a valorização merecida que o artesanato merece ter.
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Juliana confecciona bonecas de pano para brincar, usando o artesanato como forma de inclusão e representatividade através da criação, também, de bonecas negras. A artesã sempre esteve produzindo, mas foi na pandemia que ela abraçou de vez a profissão. Sua ideia é expandir ainda mais seus trabalhos para outras formas de inclusão social.
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Vanessa Marques iniciou no mundo do artesanato junto com uma amiga que vendia as artes produzidas por ela. Foi assim que a artista (que também trabalha com diversos tipos de terapias) inaugurou seu primeiro ateliê. Porém, devido a pandemia de covid-19, ele precisou ser fechado. A partir disso, ela precisou trilhar caminhos, sempre em busca de novas produções artísticas através de processos intuitivos. Vanessa faz filtros dos sonhos – que no momento tem sido sua inspiração -, brincos de asas de fadas, seres mágicos em porta incenso, guirlandas, lanterna de vidro com várias opções de desenhos… não deixando de lado a abertura para novas criações. Todo o processo é feito exclusivamente pela artesã, valorizando e respeitando a natureza, que tem papel fundamental nos filtros dos sonhos ao doar o cipó.
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Produtora cultural e artesã, Thaís Ribeiro desde muito nova está imersa no mundo da arte, fazendo crochê e tricot por influência da mãe e envolvida com arte em madeira por conta do irmão marceneiro. Desde 2019 ela trabalha com pirografia em madeira, e a produção se consolidou devido a necessidade de empreender durante a pandemia da covid-19. Suas artes são feitas com materiais naturais, reaproveitados e tratados. De acordo com Thaís, a Virada Cultural se coloca no importante papel de fomento cultural na cidade, colaborando para que o artesanato seja reconhecido como expressão artística e cultural, além de valorizar a economia criativa em Barbacena.
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Jussara Soares é dona da GrifusArt, loja na qual ela confecciona peças do universo místico e bruxo, como personagens e seres elementais de filmes, séries e contos, inclusive do universo de Harry Potter. A artesã trabalha com economia criativa há mais de 8 anos, iniciando através da necessidade de fazer uma renda extra. Jussara está organizada em um coletivo com mais de 50 artesãs e artesãos, buscando construir uma feira livre que seja popular e que acolha todas as camadas do artesanato.
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As irmãs Rosângela e Rosana compartilham o mesmo ofício de forma conjunta: trabalham com artesanato. Além de personalizarem terços de noivas e terços infantis, elas também fazem mandalas, escapulários de porta e customização de imagens. Rosângela iniciou a carreira bem antes da irmã, porém já se passaram 20 anos que as duas juntas fazem do artesanato a principal fonte de renda. Após conhecer o artesanato católico, começaram a estudar, fazer cursos de aperfeiçoamento e não pararam mais. Para elas, a Virada Cultural proporcionará a apresentação das peças produzidas, tendo em vista que muitas pessoas ainda não conhecem.
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Músicos
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Bandage é uma banda de rock fundada por Marcus e Guilherme, aos quais Gabriel e Lucas se juntaram depois. O estilo da banda é uma mistura de diferentes vertentes do rock e das diversas identidades e preferências de seus membros. O nome deriva de “bandagem”, e expressam o caráter visceral da banda: suas músicas funcionam como se tapassem uma ferida e aliviassem um machucado.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]

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[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Epson Lima tem como influência a música brasileira em seus mais diversos estilos, como samba, funk, pop, rock, baião e muitos outros. Na Virada, vai apresentar seu primeiro álbum, De mãos dadas, que reflete um pouco da mistura de influências que compõem o seu trabalho. Com essa apresentação, estará comemorando seus 25 anos de carreira.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]

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Outras várias manifestações artísticas
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Radialista e publicitário, Marcinho Ribeiro começou no Stand Up em 2018, quando já pesquisava sobre comédia e escrita cômica. Cresceu consumindo programas de humor do canal MTV, e através da oficina com o Desculpa Qualquer, tornou o Stand Up como objeto de trabalho e estudo permanente. A partir disso, Marcinho não deixa de escrever piadas e ler sobre assunto um dia se quer. Para ele, a Virada Cultural servirá para que todos os núcleos artísticos da região consigam mostrar suas artes para todo o público.
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Em seu processo de criação, a artista Élida Nascimento relaciona o ser humano como “casca”, um entendimento metafórico sobre a fragilidade, a resiliência e a imunidade humana. Todas as obras são cascas de concreto, que figuram vidas feridas.Muito se discute sobre como tratar as feridas sociais. A artista, mulher negra, usa seu lugar de fala para elaborar o que reconhece como ciclo de cura para tratar as feridas da alma causadas pelo racismo e o preconceito. Através de esculturas e poesias, Élida compartilha suas feridas e seus processos de cura pela arte, se expor dessa forma também é um ato de resistência. É na verdade a forma que a artista encontrou de iluminar o mundo com a luz da própria alma.
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Bianca Gomes e Kelmer da Cruz (Rebobinando)
Bianca e Kelmer, criadores do Rebobinando, se dedicam profissionalmente à fotografia, mesmo trabalhando em outras funções. O projeto está em prática há pouco mais de três anos, através de uma coleção de câmeras analógicas que foram colocadas em funcionamento pelas mãos do casal. A partir disso, começaram a estudar fotografia analógica e, desde então, não saem de casa sem uma câmera na mochila. Na Virada Cultural, eles estarão apresentando a exposição “Barbacena in Film”, resultado de fotografias feitas por câmera analógica retratando locais da cidade. De acordo com Bianca e Kelmer, o evento será um importante espaço para os artistas de Barbacena se mostrarem, além do espaço proporcionar diálogos com outros artistas e interação com pessoas que já conhecem o trabalho do casal.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]

Wesley Guarnieri trabalha como gestor em uma seguradora e transformou a arte em sua segunda renda. Filho de tricoteira, cresceu no meio do artesanato e há cinco anos desenvolve Arte em Madeira Pinos e Pallets. O trabalho com madeira, segundo Wesley, teve início de forma terapêutica. Por conta da fadiga causada pelo trabalho formal, o material serviu como válvula de escape. Para ele, será um privilégio participar da Virada Cultural, através da Estação Criativa, por ser uma oportunidade de apresentar o trabalho de cada um e cada uma que faz parte da iniciativa, promovendo e valorizando os artesãos/artesãs locais, pois a feira ainda não é tão conhecida.
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Letícia Buscacio, além de lecionar História na rede estadual de ensino, também é fotógrafa. Desde muito jovem, por gostar de observar pessoas e a natureza, já se mostrava inclinada para a arte de registrar momentos e paisagens através da fotografia. Se incluindo no campo da fotografia documental, para Letícia, a ideia de trabalhar com fotos é mostrar o quanto elas podem nos “dizer”, através de interpretações diversas, e sob certos olhares, arriscar opiniões e percepções da sensibilidade de quem está por trás da fotografia. A fotógrafa considera a Virada Cultural importante pois os artistas, sejam eles profissionais ou amadores, terão a oportunidade de mostrarem seus trabalhos e contribuírem para o desenvolvimento da cultura e arte de Barbacena.
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Kennedy Rafael carrega a arte em sua vida desde cedo. Aos 4 anos fez o primeiro desenho, mas foi só em 1998, após sair da exposição “Dali Monumental”, que decidiu ser artista. Cursou Artes Plásticas na Escola Guignard UEMG BH. Hoje, as produções desenvolvidas por ele estão ligadas à escultura, dentro da linguagem da arte conceitual contemporânea. Kennedy considera que a arte, além das questões estéticas e plásticas que aborda, é pensamento. Através da escultura, pintura e performance, principalmente, ele constrói esse universo sobre as questões que o afetam socialmente. Para o artista, a Virada Cultural em Barbacena se coloca como uma possibilidade de construção coletiva, aproximação e contato com novos artistas para uma mudança nos paradigmas da arte na cidade. Ele pretende expor esculturas, realizar uma performance com pequenas estórias e participar do cortejo.
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A cena de “A Bailarina” nasce de uma ideia circense, onde o pequeno e o grande se funde em poesia e ludicidade. A atriz/palhaça Serpente, interpretada por Rosana Ferreira, sonha em ser bailarina na corda bamba e de maneira interativa, realiza esse sonho, ou pelo menos, tenta realizar. Acompanhada por uma trilha sonora instrumental, ela se vê em uma criação que lhe proporciona satisfação e supera suas dificuldades com um jeito engraçado e emocionante. No final, a alegria é contagiante diante de sua comovente realização.
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Daniel Marugeiro Brandão Falzoni é músico erudito multi-instrumentista e cantor lírico, além de ser formado em direito e psicologia. Teve vasta formação em piano e canto lírico, além de tocar teclado, violino e violoncelo. Participa de uma orquestra e coral, e realiza trabalhos na área da musicoterapia. Na Virada Cultural, será responsável por um concerto de música erudita, junto com Tamyres Brandão e Miguel Junno.
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