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Política e politicagem

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Os sete pecados sociais: política sem princípios, riqueza sem trabalho, prazer sem consciência, conhecimento sem caráter, comércio sem moralidade, ciência sem humanidade e culto sem sacrifício. (Mahatma Gandhi)

 

Há definições que parecem peças de arquiteturas, por serem bem elaboradas e fundamentadas. O seu objetivo às vezes, se perde com as mudanças sociais e pelos homens.

 

Aprendi com o filósofo Grego Aristóteles, que “a política é a ciência que tem por objetivo a felicidade humana e divide-se em ética (que se preocupa com a felicidade individual do homem na Cidade-Estado, ou pólis), e na política propriamente dita (que se preocupa com a felicidade coletiva). A política situa-se no âmbito das ciências práticas, ou seja, as ciências que buscam conhecimento como meio para a ação”. Enfim, a Política é tudo o que se relaciona à busca de ações para o bem estar tanto individual como coletivo.

Quanta profundidade nesse conceito!  Perceberam como ele se preocupou com a felicidade humana e coletiva? O Brasil desde sua descoberta atropelou esse conceito e faz tudo contrário. Cada político cria o seu e que se danem ser humano e sociedade. A forma vil da política se chama politicagem que objetiva atender aos interesses pessoais ou trocar favores particulares em benefício próprio. Política reles e mesquinha de interesses pessoais.

Se você tenciona denegrir a imagem de alguém não precisa mais usar aqueles termos escabrosos, basta chamá-lo de: político! Nesse termo está inserido dezenas de lixos tóxicos. Cuidado com essa doença diagnosticada como política. Em pouco tempo ela aniquila, mata sonhos, esperanças e se não descoberta a tempo, mata corpo e alma. Ela se prolifera rapidamente em terreno fértil como é o solo brasileiro. Remédio que a combate: voto consciente.

Estamos prestes a uma eleição para escolhermos nossos representantes do Executivo e Legislativo Federal e Estadual. As campanhas mal começaram oficialmente e já vemos pela televisão candidatos se digladiando nos debates. Muitos deles defendem as alianças partidárias para se beneficiarem com mais tempo de aparição nos programas da televisão e perdem minutos preciosos acusando o candidato A ou B. Como entender? Seria simulação ou jogo de palavras para impressionar o eleitor? Outro detalhe são as promessas que eles fazem. São planos miraculosos que vão devolver ao nosso povo a confiança, dignidade, credibilidade, o respeito, o patriotismo, mas depois de eleitos se esquecem de tudo. Amnésia total. As promessas de campanhas deveriam ser registradas e se não cumpridas, o eleito deveria ser castigado com perda de mandato, prisão, restituição de dinheiro aos cofres públicos ou passar um longo período na floresta amazônica.

O brasileiro é passional e demonstra isso nos jogos de futebol e na política. Na defesa dos seus preferidos ele perde amigos, dinheiro, a razão e até o seu bem mais precioso que é a vida. Se eles estão no poder é porque nós os colocamos lá. Não adianta reclamar. Ao elegê-los lhes passamos uma procuração outorgando poderes para agirem em nosso nome inclusive para explicitamente roubarem. Somos coniventes com seus atos de corrupção.

Sempre gostei de política e sempre detestei politicagem. Há um grande número de políticos que se perpetuou no poder por conhecer as manhas do poder e o seu eleitorado. Eles cobram com argumentos os favores prestados que vão lhes garantir mais um período no poder. Nós temos a força e não sabemos usá-la. Precisamos sair dessa letargia, marasmo e reagir, votando conscientemente para resgatar das mãos dos corruptos o nosso país e torná-lo mais justo e saudável.

Ao contrário do que se diz, não é a ocasião que faz o ladrão. A ocasião faz o roubo, o ladrão já nasce pronto”. (Castro Alves, jornalista e poeta)

Acorda Brasil! Reaja! Vote conscientemente!

Fonte: Site Política – Brasil Escola/Internet)

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