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“Tigrinho” lidera lista de jogos populares no Brasil, aponta estudo

O jogo conhecido como “Tigrinho”, nome popular do Fortune Tiger, lidera o ranking de jogos populares no Brasil em 2025, segundo levantamento da casa de aposta KTO. O título registrou cerca de 39% de popularidade média entre os usuários, consolidando-se como o mais acessado dentro da plataforma.

O desempenho do Fortune Tiger acompanha uma tendência observada no mercado: a predominância dos slots entre os jogos populares no Brasil. Outros títulos com temáticas semelhantes também aparecem entre os mais utilizados, como Fortune Rabbit, com 34%, e KTO Big Bass Splash, com 26%. A presença recorrente desses jogos indica um padrão de consumo concentrado em mecânicas simples e rodadas rápidas.

Ainda dentro do ranking, jogos como Tigre Sortudo e Fortune Dragon mantêm participação relevante, todos com índices acima de 20%. O levantamento considera métricas como frequência de uso e número médio de rodadas, o que permite dimensionar o engajamento dos usuários ao longo do ano.

Os dados da KTO apontam que os slots representam 93% das rodadas realizadas em 2025, reforçando sua liderança entre os jogos populares no Brasil. Em seguida aparecem os chamados crash games, com cerca de 5%, enquanto outras categorias possuem participação mais limitada.

Jogos de roleta concentram cerca de 1% das rodadas, enquanto vídeo bingo, game shows e dados aparecem com menos de 1% cada. Modalidades como blackjack, bacará e pôquer registram presença residual, sem alcançar 1% do total.

No segmento de cassino ao vivo, a roleta lidera com 49% de popularidade, seguida por game shows, com 25%, e jogos de dados, com 11%. Esses números mostram que, embora haja diversidade de opções, a preferência permanece concentrada em poucos formatos.

Dados do Ministério da Fazenda indicam que o Brasil registrou cerca de 25 milhões de apostadores ao longo de 2025, dentro de um cenário de mercado regulado. No mesmo período, mais de 25 mil sites ilegais foram bloqueados, em ações conduzidas em parceria com a Anatel.

A arrecadação federal relacionada ao setor atingiu aproximadamente R$ 10 bilhões no ano, considerando tributos e outras contribuições. Já a receita bruta das empresas autorizadas foi estimada em cerca de R$ 37 bilhões, valor que representa o total movimentado, descontados os prêmios pagos.

Os dados também mostram um perfil majoritariamente masculino entre os usuários, com cerca de 68%, enquanto 32% são mulheres. A faixa etária predominante está entre 31 e 40 anos.

Outra novidade recente relacionado ao setor de apostas foi anunciada pela Receita Federal, que exigirá a declaração de ganhos com bets no Imposto de Renda 2026, relativo ao ano de 2025. A medida vale para contribuintes que receberam acima de R$ 28.467 durante o período ou que mantinham saldo superior a R$ 5 mil em contas de apostas no fim do ano.

Os valores devem ser informados na ficha de rendimentos tributáveis, enquanto os saldos precisam constar na seção de bens e direitos. A tributação incide sobre o ganho anual que ultrapassar o limite estabelecido, com alíquota de 15% sobre o excedente.

A Receita também disponibilizou um formulário específico para apuração dos resultados, que deve ser preenchido pelos contribuintes. Caso haja imposto devido, é possível realizar o pagamento à vista ou parcelar o valor em até 60 vezes.

As mudanças ampliam o controle sobre o setor e acompanham o crescimento do mercado, que segue impulsionado por títulos como o “Tigrinho” e pela consolidação dos jogos populares no Brasil.

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