Mobilidade urbana é uma das sensações do momento. Muitos falam sobre ela, poucos aplicam seus conceitos com o intuito de melhorar a locomoção, principalmente das pessoas mais vulneráveis. Foi a situação percebida na quinta-feira, dia 09, na rua Tomaz Gonzaga, quando um cadeirante precisou seguir seu caminho pela rua. Os passeios públicos, naquela rua, assim como em boa parte da cidade, não são transitáveis para cegos, cadeirantes e idosos.
A pergunta é sobre a responsabilidade de fiscalização. A quem cabe o dever de observar quando os passeios não são transitáveis? Mesmo porque, nem sempre existe a sensibilidade do proprietário do imóvel. Em alguns casos é preciso que ele seja compelido a cuidar da fachada.
Voltando ao cadeirante, ao se misturar com os veículos pela via pública, ele correu um risco enorme de ser atropelado. Haveria outra solução para ele, senão enfrentar os carros, os caminhões e também o asfalto remendado?
Agora sobre a fiscalização, outro assunto que impera na cidade é o desrespeito às placas e sinalizações de trânsito. Na manhã desta terça-feira, dia 14, um caminhão com um baú enorme manobrou para entrar na rua da Ponte Seca. Há sinalização indicando a proibição de tráfego para veículos pesados. Mas se a placa não é respeitada, resta aos responsáveis pela fiscalização estarem atentos e aplicando as sanções cabíveis.
Ainda falando do trânsito, é preciso uma atenção às ruas de maior movimento como a Avenida 14 de agosto, a Rua Prefeito Simão Tamm Bias Fortes e a Rua Cruz das Almas, por exemplo, onde há muitos veículos estacionados de forma irregular.
A sorte é que o barbacenense, de forma geral, é respeitador das leis e das normas. Alguns poucos precisam conhecer a ordem e as normas. Enquanto isso continuaremos torcendo para que o cadeirante consiga chegar a seu destino são e salvo.










