[vc_row][vc_column][vc_column_text]Por Sabrina Medeiros, licencianda em Ciências Biológicas e membro do Centro de Estudos em Ecologia Urbana do IF Barbacena, sob orientação do professor Delton Mendes Francelino, coordenador do Centro de Estudos em Ecologia Urbana, do IF Barbacena.
O Universo é uma imensidão de sistemas, compostos por alguns elementos conhecidos, previsíveis, mas também por outros inimagináveis, na maioria das vezes expostos e unidos pela ação da força gravitacional ( e outras, mais complexas, em níveis de maior amplitude) que nossa visão é incapaz de alcançar. O enorme conjunto de estrelas, poeira e gases é o que chamamos de Galáxia e o sistema solar no qual estamos faze parte da conhecida Via Láctea, pertencente a um conjunto de diversas outras galáxias. Essas, são estruturas dinâmicas, em constante transformação. Existem provavelmente cerca de 2 trilhões de galáxias no universo observável, contendo mais estrelas do que grãos de areia no planeta Terra.
Apesar de ser um assunto pouco mencionado popularmente, desde o século XVIII o famoso filósofo alemão Immanuel Kant usava a expressão “universos ilha” para designar muitos objetos de aspecto nebuloso no céu. Posteriormente, no início do século XX o debate entre os cientistas sobre o assunto era intenso até que os telescópios e concepções evoluíram e os astrônomos registraram imagens fantásticas, jamais vistas anteriormente.
A classificação mais conhecida e aceita para as galáxias foi idealizada pelo astrônomo Edwin Hubble em 1927. A identificação é feita com base nas formas diferentes que as galáxias apresentam à observação e é conhecida como “classificação morfológica de Hubble”. Essas podem ser: Elípticas, que apresentarem forma aparente de elipses e são simbolizadas pela letra E, seguida de um número inteiro de 0 a 7, que indica o grau de excentricidade da elipse; Espirais, que são as mais observadas, constituindo cerca de 65% das galáxias conhecidas; e Irregulares, que não possuem forma definida e subdividem-se em dois tipos: tipo I e tipo II.
A maior parte das galáxias está organizada numa hierarquia de associações conhecidas como grupos e aglomerados, os quais, por sua vez, formam superaglomerados maiores. Em geral, o centro galáctico é onde há maior concentração de estrelas – e onde estão algumas das mais velhas. Ao redor dele há o disco galáctico, no qual se encontram as estrelas mais jovens. Em alguns pontos das galáxias a matéria interestelar forma nuvens de densidade relativamente grande (em comparação à densidade média) compostas de gás e poeira cósmica. Estas nuvens de gás e poeira cósmica são denominadas nebulosas.
Imaginar e conhecer as milhões de galáxias pertencentes ao Universo Observável é fascinante e o caminho para as diversas descobertas científicas que conhecemos hoje se inicia no interesse e questionamento do mundo a nossa volta. Segundo o astrônomo e divulgador de ciências Carl Sagan “A Terra é um palco muito pequeno em uma vasta arena cósmica.”
Apoio divulgação científica: Samara Autopeças e Jornal Barbacena Online
“As galáxias” em Só Biologia. Virtuous Tecnologia da Informação, 2008-2021. Disponível em <https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Universo/galaxia.php>. Acesso em: 28/05/2021.
FINLEY, D.; AGUILAR, D. Astronomers Get Closest Look Yet At Milky Way’s Mysterious Core. 2 November 2005. Disponível em: <Astronomers Get Closest Look Yet At Milky Way’s Mysterious Core (nrao.edu)>. Acesso em: 27/05/2021.
MINHOTO, L. Galáxias – Classificação e fotos (estudopratico.com.br). Acesso em: 27/05/2021.
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