Raquel Pereira e Renata Cardoso – Graduandas de Pedagogia UEMG – Barbacena
Prof.ª Marcela da Paz – UEMG – Barbacena
Vivemos em uma sociedade que está sempre enfrentando desafios, por esta razão, é de suma importância que as pessoas se juntem para o bem daqueles que necessitam de amparo. Ajudar o outro é sinônimo de bondade, independente do tipo de ajuda, às vezes, um pequeno gesto é o que faz a diferença na vida de alguém.
Muitos podem não imaginar, mas uma ajuda como o troco do mercado, repassado para instituições de assistência social e de serviço de saúde, tem um impacto significativo na vida das pessoas que precisam dos serviços disponibilizados gratuitamente à população. Quando você doa um pequeno valor, está contribuindo para o pilar de crianças e jovens, pessoas com deficiência intelectual e múltipla, favorecendo para que tenham acesso a um atendimento de qualidade.
Podemos citar ainda os membros da Sociedade São Vicente de Paulo (SSVP), conhecidos como “Vicentinos”, na qual eu, Raquel Pereira, faço parte é realizado um lindo trabalho na sociedade. Buscamos de forma voluntária ajudar de diversas maneiras pessoas em situações de vulnerabilidade, seja em questão material ou espiritual, levando sempre o amor até essas pessoas, transformando vidas. A SSVP é um exemplo de inspiração, mostrando como é possível fazer a diferença na comunidade. Não precisa ser rico para ajudar quem precisa, até porque a SVVP “é pobre ajudando pobre”, basta ter força de vontade e o coração aberto para fazer o bem.
Na universidade, distintas ações são desenvolvidas com e para a comunidade – projetos de extensão, ensino, pesquisa, inovação, internacionalização. Aqui na UEMG Barbacena nós temos diversos projetos de extensão que objetivam o desenvolvimento humanos, social e regional. O Projeto de Extensão, “Pedagogia Gerontologica: Informação, Cuidado e Envelhecimento Ativo”, realiza desde agosto de 2024 ações pedagógicas e informativas para o cuidado das pessoas idosas. Entre as atividades encontra-se oficina no Lar das Velhinhas, com atividades educativas, pinturas, músicas dos anos 80/90. Através de momentos simples foi perceptível visualizar a alegria em cada sorriso e olhar de cada moradora do Lar. Dois músicos, sanfoneiro e saxofonista, participaram da visita às queridas vovós. As experiências vividas nos motivaram enquanto cidadãs a sermos seres humanos empáticos e solidários. Mesmo sem todos os recursos pedagógicos em alta tecnologia para trabalhar com aquelas participantes da oficina, pois utilizamos materiais recicláveis (papelão, tinta, canetinha) verificamos que o mais importante é fazer toda a atividade com amor. O projeto é desenvolvido por quatro graduandas (Larissa Mariano, Lidiane Priscila, Raquel Pereira e Renata Cardoso) e uma docente (Marcela da Paz)
Instituições públicas, particulares e de economia mista; diferentes denominações e credos religiosos e organizações da sociedade civil assumem um protagonismo para alimentar os nossos irmãos e as nossas irmãs, no cuidado emergencial, com o pão imediato e a sopa para os pobres. Este contributo também é estruturante para as ações de médio e de longo prazos, como casas de acolhimento, escolas beneficentes, horta e geladeira comunitárias, restaurante popular, bolsas de estudos (técnico, superior, idiomas, aperfeiçoamento), e os demais possíveis caminhos de transformação social efetiva e definitiva para os grupos minoritários. Inclui-se, neste rol de ações, de maneira indiscutível e obrigatória, a cidadania ativa, com a sociedade monitorando e avaliando a gestão pública, no que se refere aos projetos sociais, educativos, bibliotecas, museus, cuidados com a saúde física e mental e com o saneamento básico.
Esta é a última coluna antes do Natal. Nós três desejamos paz, saúde, prosperidade, equilíbrio. A nossa esperança é que a voz do Cristo, o nosso Menino Deus, acalme as nossas tensões, as nossas guerras internas e os conflitos que geramos por nossas impaciências. Muita luz!










