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Sim, temos um Rouanet no Xadrez

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Luiz Paulo Rouanet, filho de Sérgio Paulo Rouanet, o autor da Lei que leva seu sobrenome, é um jogador de xadrez. Ele se reúne com amigos aos sábados, na cidade de Campinas/SP, para praticar o esporte da mente. Recentemente ele esteve em Belo Horizonte para fazer uma palestra na UFMG e o professor Luiz Paulo Rouanet aproveitou para visitar a Casa do Xadrez e jogar algumas partidas com os amigos mineiros.

Conversando com os dirigentes da Federação Mineira de Xadrez (FMX), Luiz Paulo Rouanet defendeu a entrada do xadrez na grade curricular, “de maneira geral é um estímulo que mantém a mente aguçada”, analisou. Como Esporte da Mente, Luiz Paulo acredita que o xadrez “ajuda as crianças em outras atividades e melhora o desempenho escolar”. Esta experiência ele disse que pode perceber de perto, na cidade de Assis, interior de São Paulo, onde ele ajudou a fundar um clube de xadrez.

“A presença do Rouanet em nossa Casa do Xadrez engrandece muito este trabalho que desenvolvemos aqui em Belo Horizonte”, disse o professor Júlio Lapertosa. “Agradecemos que ele tenha conseguido disponibilidade numa agenda apertada, entre cursos e palestras, para nos visitar e conhecer a Casa do Xadrez”, finalizou.

LEI ROUANET – A Lei Rouanet foi criada durante o governo Collor de Melo. Ao assumir a presidência, Collor extinguiu o Ministério da Cultura. Pressionado por intelectuais à época, o presidente voltou atrás e recriou o órgão, que foi ocupado por Rouanet. Dele partiu a ideia da lei de incentivo à cultura, uma lei que salvou vários órgãos culturais do Brasil com destino de verbas e apoio para manutenção das atividades. Algum tempo depois, já no governo Sarney, a lei foi modificada em sua essência, passando a oportunizar o destino de verbas para shows e outros grandes espetáculos.

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