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Servidores da Fhemig sinalizam greve por tempo indeterminado

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Trabalhadores da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) podem entrar em greve, por tempo indeterminado, a partir de quarta-feira (15). Em nota, a Asthemg e o Sindpros informaram que o movimento grevista foi deliberado pelos servidores em Assembleia Geral no dia 19 de dezembro, após várias negociações frustradas com o Governo de Minas.

O comunicado destaca que os trabalhadores tentam negociação desde outubro de 2019, quando iniciaram a campanha salarial, e que a situação foi agravada com o não pagamento do 13° (ainda sem perspectiva), além de conviverem com salário parcelado, 6 anos sem reajuste, fechamento de serviços e trabalho em condições precárias. “Os trabalhadores até o momento mantiveram uma postura moderada e de diálogo, tentando buscar alternativas com o Governo. Fato este que não foram feitas paralisações no período de final de ano (Natal e Ano Novo). No entanto, para piorar a situação os trabalhadores foram surpreendidos com um comunicado do Governo, no qual está suspendendo qualquer tipo de diálogo”, diz a nota.

A programação, para esta quarta-feira, conforme o comunicado, inclui a paralisação a partir das 7h, concentração em frente ao Hospital João XXIII (Belo Horizonte) às 10h, com a inauguração da “Loja Zema – Liquida com a Saúde”, e, em seguida, passeata pela região.

Em Barbacena, segundo informações apuradas, o Centro Hospitalar Psiquiátrico (CHPB) e o Hospital Regional (HRB) entrarão em “estado de greve” nesta quarta-feira, com o objetivo de “engrossar o movimento”. Conforme a resposta do Governo, as instituições locais também poderão entrar em greve.

Além disso, como estratégia do movimento, neste primeiro (15/01) está programada a paralisação de sete hospitais da capital: João XXIII,  Maria Amélia Lins, João Paulo II, Alberto Cavalcante, Galba Velloso, Júlia Kubitschek e Maternidade Odete Valadares.

1 comentário
  1. GALVAO Diz

    Vamos avisar aos servidores: O país, e, principalmente, o Estado de Minas, estão com um déficit fiscal gigantesco. O momento é de “sangue, suor e lágrimas”, depois de anos de populismo fiscal: farra com Olimpíadas, Copa do Mundo, regalias mil, bilhões de isonerações tributárias para forjar campeões nacionais, Petrolão, etc.

    A conta chegou, para todos, mas quem mais vai sofrer é a população.

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