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Sementeira

A crônica de Débora Ireno Dias

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Na parábola do semeador, lemos que ele saiu à estrada lançando suas sementes. Terra arenosa. Terra seca. Terra improdutiva. Animais que roubam as sementes. Finalmente, terra fértil onde as sementes encontram solo fecundo para criarem raiz e produzirem frutos.

 

Muitas vezes, pensamos em como nosso “solo”está para receber as sementes que nos são lançadas: na vida espiritual e também – porquê não – na vida profissional e demais “setores” da nossa vida.  Somos chamados a refletir acerca de como recebemos as formações e informações, os ensinamentos que nos são emitidos todos os dias.

 

Mas, peguei-me pensando no outro lado do semear. Quais sementes tenho lançado ao solo? Como tenho semeado? Sim: a cada dia,  tenho a chance de semear. Seja por onde for, por onde caminho, tenho a chance de lançar minhas sementes. Meu sorriso. Minha palavra. Meu abraço. A compaixão.  A solidariedade.  A humildade.  São muitas as sementes que posso espalhar pelo meu Caminho.  Porém, para que sejam saudáveis, devem ser “preparadas” em Deus. Precisam ser, primeiro, cultivadas junto ao Coração de Deus a fim de que não sejam falsas. Nada pior do que falsos sorrisos, abraços e palavras. Podem até chegar a terreno fértil, mas poderão produzir frustração e tristeza em quem os receber.

 

Ao sair para semear, ao estar junto ao Outro, em qualquer lugar e situação, sejamos semeadores do amor, da alegria e da compaixão. Nosso mundo – a partir da nossa casa – precisa de mais sementes boas se espalhando, germinando e produzindo frutos.

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