Take a fresh look at your lifestyle.

Regime Cívico-Militar pode ser implantado em escolas mineiras

Professor barbacenense fala sobre a vivência na Educação Militar

1 778

Na manhã da última segunda-feira (01), aconteceu na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), audiência pública, da Comissão de Segurança Pública, para discutir a implantação de escolas cívico-militares no estado. O projeto do Governo Federal foi apresentado pela tenente coronel dos Bombeiros Militares, Eliane Vieira de Assis, representante do Ministério da Educação (MEC). O modelo propõe uma gestão compartilhada entre corporações militares e secretarias de educação, porém diferenciado de escolas militares ou militarizadas. As corporações militares ficariam responsáveis pela administração e disciplina e as secretarias de educação, a cargo da condução pedagógica.

Atualmente Minas Gerais conta com duas escolas subordinadas ao Exército, chamadas de Colégio Militar, e 30 subordinadas à Polícia Militar, os Colégios Tiradentes. Barbacena conta com uma unidade do Colégio Tiradentes e o professor da instituição, Kadu Costa Pinto, na oportunidade participou da audiência e falou sobre a vivência na educação militar. “Tenho extremo orgulho e pude desmistificar uma visão estereotipada que geralmente se faz da instituição de ensino militar na qual, devo destacar, nunca tive qualquer limite para implementar novos métodos e projetos que, junto ao SOESP. Acredito que seja uma forma eficaz de trabalhar não somente o conteúdo, mas valores como o Amor Filial, a Cortesia, o Companheirismo, a Fidelidade, a Pureza, a Empatia, o Civismo, a Disciplina e o Real Patriotismo”, contou.

O professor ressaltou que os alunos da instituição nunca tiveram limitação em sua expressão de pensamento ou criatividade e que sempre promoveu experiências lúdicas de aprendizagem junto a eles. Kadu também falou sobre os projetos que ainda realizará na escola, como a Sala Invertida somada à técnicas de Artes Cênicas, enigmas, e missões intelectuais que possibilitarão a vivência plena da História, matéria que leciona. “Tudo com o apoio sempre incondicional de nossa Direção Pedagógica e Administrativa. Sim! Tenho orgulho de poder trabalhar em uma Instituição de Ensino com feições Cívico- Militares na qual a relação entre todos nós é de total respeito do espaço e função do outro, com valorização de todos os setores”.

Kadu também explicou que os diversos setores trabalham em sintonia para que haja uma gestão democrática. “Temos um setor, o SOESP, através do qual, com o apoio da DEEAS em Belo Horizonte e de uma gestão democrática de nosso Diretor Pedagógico, a educação é planejada cotidianamente e somos incentivados a criar, a inovar, a acreditar em nossos alunos e a ajudá-los sempre em suas dificuldades. Os militares? São fundamentais em sua parceria conosco e para que o trabalho tenha real êxito, dialogando cotidianamente e ajudando a planejar nossas atitudes tendo sempre nosso aluno como prioridade”.

1 comentário
  1. Paulucci Diz

    Até que enfim uma atitude para inibir a turminha dos Direitos humanos que protegem bandidos e um corte fundamental em algumas clausulas do ECA. Pois, ha muito tempo as famílias perderam os direitos sobre seus filhos e a Escola descartar aqueles professores que fazem da educação um cabide de emprego.

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.