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  • Promotor acusado de matar Lorenza tem liberdade negada. Ele está preso desde 2021

    O promotor André de Pinho, acusado de ter asfixiada e matado a esposa Lorenza de Pinho permanecerá preso. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (11), pelo Tribunal de Justiça (TJMG), por meio da análise de ofício. O crime ocorreu no dia 2 de abril de 2021, na residência do casal, e o homem está preso desde o dia 4, do mesmo mês. Pinho está detido no Batalhão do Corpo de Bombeiros, na região da Pampulha.

    A cada 90 dias, a prisão preventiva do promotor acusado de feminicídio é avaliada automaticamente pelo Tribunal de Justiça e Ministério Público (MPMG). “O porquê dessa negativa ainda será publicada em cinco dias. Esse é o andamento normal que é dado para qualquer pessoa que esteja cumprindo uma preventiva. A cada 90 dias a prisão é reavaliada”, explicou o advogado de defesa do promotor, Pedro Henrique Pinto Saraiva.

    O crime

    O laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML) foi uma entre as provas coletadas pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para oferecer à Justiça a denúncia do promotor André Luis Garcia de Pinho pelo crime de feminicídio.

    Horas e minutos que antecederam o assassinato de Lorenza foram registrados por imagens de câmeras de segurança analisadas por peritos e investigadores no transcorrer do último mês, desde que foi montada a equipe que comandaria a apuração da morte suspeita da mulher. Cem horas de gravação foram essenciais para detalhar o que aconteceu no apartamento da família Pinho no dia em que Lorenza foi morta.

    Fonte: O Tempo

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