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    Barbacena, MG Previsão completa
  • Preso suspeito de cometer homicídio em Barbacena

    Um homem suspeito de participação no homicídio ocorrido ontem, quarta-feira (03) no bairro João Paulo II, em Barbacena, foi preso pela polícia. O rapaz, que tem 20 anos, foi localizado depois que suas características foram levantadas pelos relatos de pessoas que testemunharam o crime. O suspeito foi encontrado em sua residência no Bairro São Pedro, e alegou que havia acabado de chegar ao local, e que usou um serviço de mototáxi.

    Ele foi reconhecido pela esposa da vítima como autor do crime e recebeu voz de prisão em flagrante, sendo levado à delegacia de polícia. O outro envolvido ainda está sendo procurado pela polícia. A arma do crime e a motocicleta utilizada ainda não foram localizadas. O rapaz detido possuía rixa relacionada a drogas com a vítima, segundo assessoria da PM.

    O Crime:

    Um homem conhecido como “Paulistinha” foi assassinado na noite de quarta-feira, 03 de junho, em Barbacena no bairro João Paulo II. No local foram contadas pelo menos dez munições deflagradas. O suspeito chegou na garupa de uma moto, disparou contra a vítima diversas vezes e fugiu.

    Segundo contou a companheira do homem atingido, por volta das 20h30, quando o casal estava sentado na calçada em frente sua residência, uma motocicleta Honda de cor escura parou próximo a eles, com dois indivíduos, quando o garupa sacou de uma arma de fogo e efetuou vários disparos, que atingiram o homem, mas ela conseguiu se esconder no interior da residência.

    A vítima, com a identidade confirmada pela tenente Câmpara em entrevista dada à rádio sucesso, é conhecida por “Paulistinha”. Ele é um dos foragidos da Operação “Delivery”, que foram presos em Piúma, no Espírito Santo em 9 de outubro de 2019 e foi noticiada pelo Barbacena Online. A operação foi realizada após nove meses de investigações sobre um grupo criminoso que realizava o tráfico de drogas através de disque entrega, onde os usuários enviariam mensagens através de aplicativos de mensagens e a droga era levada por entregadores, em pequenas quantidades até o consumidor final, dificultando assim o trabalho da polícia na prisão desses suspeitos.