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O universo em evidência

Por Júlia Gonçalves

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À medida que o universo expandia e resfriava as partículas se condensaram em matéria, sobretudo em hidrogênio.  Esse elemento se acumulou em nebulosas que se afastaram umas das outras paulatinamente, favorecendo o despontar de galáxias e, depois, originando a primeira geração de estrelas. No interior dessas estrelas primárias o hidrogênio se fundiu formando átomos pesados como o carbono, oxigênio, silício e ferro (e praticamente todos os outros que compõem a tabela periódica) que, mais tarde, foram a matéria prima para o surgimento da vida na Terra.

 

De um modo geral, a Terra, assim como outros planetas, surgiu a partir de elementos químicos e moléculas pesadas, e até mesmo de fragmentos rochosos de outros processos de formação de sistemas estelares. Bilhões de anos depois, a vida surgiria no nosso planeta.  Uma das evidências que confirmam a teoria do Big Bang é o estudo do cientista Edwin Hubble que, apoiado na teoria da relatividade do físico Albert Einstein, e em outros estudos astrofísicos, fez uma descoberta que ficou conhecida como Lei de Hubble. Essa lei demonstrava que o universo não é estático e que se encontra em constante expansão, desde seus primórdios.

O Big Bang é a teoria científica mais amplamente aceita para o surgimento do universo, com décadas de acumulo de evidências. Com a crescente evolução científica, fica claro que novas descobertas surgirão e aprimorarão a percepção científica sobre estes fatores evolucionários do cosmos. Em nós, permanece cada vez mais a curiosidade sobre tudo o que nos rodeia e do qual fazemos parte: a natureza infinita e complexa da existência.


Apoio divulgação científica: Samara Autopeças.

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