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  • Jurados julgam tentativa de homicídio nesta terça em Barbacena

    Acontecerá em Barbacena nesta terça-feira (02) o julgamento de um homem acusado de tentativa de homicídio ocorrida em 23 de outubro de 2021, também na cidade. Na data, o réu foi acusado de disparar um tiro na região do abdômen contra a vítima por volta de 20h e fugir em seguida.

    O Fato

    Segundo narra a acusação, a vítima bebia com amigos, quando o homem chegou e passou a beber com o grupo, deixando o local momentos depois. Em seguida, ele retornou, e, sem motivo aparente, efetuou um disparo contra a vítima. A vítima pediu socorro em um bar próximo, sendo encaminhada ao hospital, onde recebeu atendimento médico, o que impediu seu óbito. Ainda segundo a acusação, o réu possuía em sua casa armas de fogo, munição sem autorização legal e mantinha em depósito planta destinada para preparação de drogas destinada a venda.

    Prisão

    A Polícia Militar foi chamada e recebeu informações de que o suposto atirador estaria escondido em sua casa. Ele foi localizado em um cômodo do imóvel, e detido. Em buscas pela residência, a PM encontrou a carabina utilizada para prática do crime municiada com um cartucho deflagrado, munições de diversos calibres, uma garrucha, uma espingarda de pressão adulterada para outro calibre, um saco plástico contendo substância semelhante a maconha e diversos pés da mesma substância entorpecente, além de serem recolhidas algumas facas e um aparelho celular.

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    Julgamento

    O réu foi denunciado por tentativa de homicídio qualificado por surpresa, tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. O júri será nesta terça-feira (02), começando às 9h, e será presidido pelo Juiz Alexandre Verneque Soares, da 3ª Vara Crime da comarca de Barbacena, atuando na acusação o Promotor de Justiça Vinícius Alcântara Galvão, conhecido por suas atuações no Tribunal do Júri, já tendo inclusive publicado um livro sobre o tema.

    Defesa

    A defesa, que é exercida pelos advogados criminalistas Marcelo Chaves e Paulo Fernando, sustentaram na primeira fase do processo que o réu não tinha a intenção de matar a vítima, mas de lhe dar um susto, devido as inúmera provocações que já vinham ocorrendo. Além disso, arguiram que o disparo foi acidental. Em relação aos pés de maconha encontrados, a defesa se pronunciou dizendo que seriam para consumo próprio, estando muitos deles já mofados e impróprios para uso e que as armas de fogo eram velhas e foram sendo juntadas ao longo dos anos.

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