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Crimes contra mulheres representam a metade dos homicídios registrados em Barbacena

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O mês de abril chegou ao fim com um saldo preocupante de violência em Barbacena. Foram registrados, entre os dias 01 e 30, três homicídios, sendo um classificado como feminicídio. Os dados contabilizados pela reportagem do Barbacena Online não levam em conta as tentativas de homicídio, uma vez que nem sempre são divulgadas pelas autoridades de segurança e saúde o estado das vítimas, depois do registro da ocorrência.

Metade das mortes registradas na cidade nos primeiros quatro meses foram tipificadas como feminicídio, que é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher, cujas motivações mais usuais são o ódio, o desprezo ou o sentimento de perda do controle e da propriedade sobre as mulheres, comuns em sociedades marcadas pela associação de papéis discriminatórios ao feminino.

Em um dos crimes que mais chocou a cidade, uma mulher de 32 anos, grávida de 06 meses, foi morta pelo marido no bairro Boa Morte. No mês de fevereiro, uma idosa de 76 anos foi encontrada morta dentro de casa, no bairro São Francisco. Nos dois casos, os companheiros/maridos das vítimas foram presos pelos crimes. Outra motivação comum para os homicídios é o acerto de contas, principalmente por dívidas contraídas com traficantes de drogas.

De acordo com o site Minas em Números, do Governo do Estado, em 2018 foram registrados 5 homicídios em Barbacena entre os meses de janeiro e dezembro.

 

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https://barbacenaonline.com.br/homem-alvejado-por-tiros-nao-resiste-e-morre-no-hospital/

https://barbacenaonline.com.br/homem-alega-mediunidade-e-enforca-a-esposa-gravida/

https://barbacenaonline.com.br/idosa-e-encontrada-morta-dentro-de-casa/

1 comentário
  1. Vinicius Diz

    Decepcionou-me a forma como a matéria foi conduzida.. Teriam vocês aderido a agenda ideológica de parte da imprensa mundial?
    Que exagero! Que sensacionalismo, é o título!
    Em 2019 foram 4 homicídios. Qualquer um sabe que quando os números são abaixo de 100, não é o mais correto se falar em percentual. Quanto mais quando todo o dado que se tem é de absolutos 4!
    A matéria não é mentirosa, mas é sensacionalisticamente ideológica, em minha humilde opinião.
    Além disso, a matéria supracitada diz que o crime contra a mulher foi de feminicídio, esta qualificadora dúbia. Sobre isto, aconselho ler o artigo do Dr. Francisco Dirceu Barros: Criem de Feminicídio? Não existe crime de feminicídio!, clicando aqui https://franciscodirceubarros.jusbrasil.com.br/artigos/172397642/crime-de-feminicidio-nao-existe-crime-de-feminicidio.
    Outro detalhe, que talvez alguém até poderia achar desonesto, é que na matéria “Homem alega “mediunidade” e enforca a esposa grávida”, publicada por vocês mesmos, dá indícios de que o crime pode ter tido como motivação uma briga, consumo de droga ou, opinativamente, com base no texto de vocês, um surto psicótico do acusado.
    Qual a fundamentação jurídica conclusiva e técnica teve o autor da matéria acima para classificar como feminicídio?
    Não nego a importância de se defender a extinção de toda e qualquer violência contra mulher. Mas precisa-se fazer isto com absoluta honestidade e isenção, e não distorcendo, ainda que aparentemente, a realidade.
    Existe uma agenda ideológica que quer emplacar que todo crime contra mulher seja adicionado uma qualificadora de feminicídio. Isto, penso eu, não irá ajudar, mas só atrapalhar, pois eu não sou o único no país a enxergar o exagero no argumento.

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