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Conversa Virtual entre Primos Mineiros

A crônica de Leonardo Lisbôa

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Singela: Os  filhos  do  Tio  Vladir  eram  verdadeiros  fabricantes  de  brinquedos. Era  perna  de  pau, de  latinhas, etc. E  brincávamos  como  se  fossem  os  brinquedos  mais  lindos  do  mundo.

 

Singela:  Sem  contar  o  sonho  de  encontrar  o  ouro  enterrado  na  localidade  denominada   ouro, que  era  perto  da  minha  casa. Quanta  imaginação!

 

Felisberto:,  eu  lembro  disto…  daquela  figueira  naquele  morro.  E  é  histórico!  Estas  figueiras  eram  plantadas  ao  longo  dos  caminhos  auríferos  de  Minas  e  daí  surgiram  lendas  de  ouro   enterrado  e  de  assombrações  que  os  guardavam   e   almas  penadas.  As  figueiras  eram  plantadas  para  servir  de  pouso  para   os  tropeiros  que  traziam  toda  sorte  de  mercadoria  para  vender   nas   minas…   nas  Minas   Gerais.

 

Singela:  Mas  era  tão  bom  sonhar  em   encontrar  o  tacho  de  ouro!  Os   sonhos  povoavam  as  nossas  cabecinhas.

 

Felisberto:  Posso  publicar  este nosso  diálogo?  Adorei.

 

Singela:  Com  certeza  que   sim!  Adorei  também!

 

Singela:  Que   bom   que   temos   coisas   tão   boas   pra   lembrar.  Somos   de   uma   geração   que   aprendeu  a  valorizar  a  Cultura  oral. Valorizar,  respeitar  e  amar.

 

FelisbertoSingela,  vou   publicar   como  crônica  no  Recanto  das  Letras  dando  a  autoria   com   você.   Bom demais…  Um  registro  da  História  Oral  (nova  forma  de   também  historiografar).

 

Felisberto:  Também   vai   para   o   barbacenaonline,  ok?

 

Singela:  Ok!  Vou  ficar  famosa!  Brincadeira!  Muito  bom  ter  alguém  pra  partilhar   essas   lembranças.  Obrigada    primo!

 

Felisberto:  Formatando  o  texto  aqui   para   as   devidas  publicações  nestes  outros  meios.

 

Singela:  Não  tínhamos  televisão.  Não  tinha  nada  melhor   do   que  sentar  na  beira  do  fogão  e  ficar  ouvindo.  Lembro  de   tudo   como  se  fosse  hoje.

 

 

Felisberto:  Depois   eu   não  conseguia  dormir…  A   luz  do  luar   entrando   pela   fresta   ou   a  luz  da   vela   que   minha   mãe   acendia   era   uma   coisa   só   na   mente   do   adolescente   medroso   que   fui:   ASSOMBRAÇÃO!!!!

 

Singela  e  Felisberto   são  primos  em   segundo   e   terceiro   grau   lá   das   cercanias   de   Barbacena, Desterro   do   Melo   e   Santa   Bárbara   do   Tugúrio. [SIC]

 

Para  terem  suas  identidades  preservadas  o  autor  omitiu   seus   nomes   lhes  dando   estes   pseudônimos.

 

Mundo Virtual do FACEBOOK, 28.06.2018

 

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NOTA DA REDAÇÃO: Leonardo Lisbôa  é professor da rede pública de ensino de Minas Gerais. Fez sua especialização em História na UFJF e seu mestrado em psicopedagogia na Universidade de Havana, Cuba. Publica textos também no sítio www.recantodasletras.com.br onde mantém duas escrivaninhas (Perfis): o primeiro utilizando o próprio nome ‘Leonardo Lisbôa’ e o segundo o de ‘Poesia na Adega’.  Registro no CNPq: http://lattes.cnpq.br/0006521238764228

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