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Como ensinar nossos filhos a lidar com perdas

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Perder é uma rotina em nossas vidas. Perdemos um emprego, uma pessoa querida, um bichinho de estimação, a separação dos pais, um objeto de que gostávamos muito, dentre outras perdas.

 

 

  • Mas como podemos ensinar nossos filhos a lidarem com as perdas que os acompanharão ao longo de suas vidas?

 

Perder faz parte do aprendizado, do desenvolvimento e da vida. Infelizmente, em muitas situações, só aprendemos a valorizar o que temos, depois de perder. Então, devemos, desde cedo, ensinar nossas crianças que, na verdade, mais perdemos do que ganhamos! Perdemos desde coisinhas simples como o horário daquele filme que queríamos tanto assistir até nossos avós, nossos pais, nossa família. Neste sentido, é papel da família, dos adultos, favorecer e mediar o entendimento dessa perda. A maturidade da família é fundamental para que a criança se sinta segura e compreenda o processo de perda.

 

 

  • Como ajudar as crianças a superar o medo de se separarem dos que amam?

 

Conversar acerca da perda no momento em que ela acontece irá, com certeza, ajudar as crianças a lidarem com as perdas mais tarde. Do nível de desenvolvimento da criança dependerá a forma como ela vai entender a perda ou a separação. A situação deve ser explicada à medida das suas capacidades de entendimento.

Nos casos de morte e luto na família, as crianças aprendem que, na realidade, nunca ficamos sem aqueles que amamos. Embora não os consigamos ver quando queremos e com os nossos olhos, podemos sempre sentir a sua presença no nosso coração. Então, este amadurecimento e vivência dependerão da maturidade com que a família aborda a questão. Para cada idade existe um tom que norteia as condutas. Não adiante informações para as quais seus filhos não terão nem maturação nem maturidade para compreender. Responda na medida em que perguntarem. Certifiquem-se de que a criança entendeu, pergunte se querem saber mais alguma coisa, forneça você mesmo a informação, para que ela não saiba da pior maneira possível, por outra pessoa que talvez não tenha a sensibilidade de compreender sua criança como você a compreende e conhece.

 

 

  • Aprender a perder é aprender a gerenciar nossas próprias emoções?

 

Sim! Precisamos aprender a entender nossas emoções e a gerenciá-las ao longo de nossas vidas. Por mais que queiramos ganhar sempre, ou simplesmente não perder, infelizmente, em algum momento seremos confrontados com esta questão. É comum sentirmos raiva, medo, dentre tantas outras emoções. Mas precisamos aprender, ainda na infância, a conviver com situações e emoções diferentes. Não há ninguém que só ganhe. Assim como também não há ninguém que somente perca. As duas situações são extremas e podem trazer prejuízos pessoais.

 

  • Existe alguma orientação que nos ajude a criar na criança a tolerância à frustração?

 

Sim, existem orientações que podem nos auxiliar nesta missão. A primeira delas é o adulto entender que ele não pode suprir 100% as vontades e até mesmo as necessidades da criança. Às vezes o adulto quer compensar o que não teve na própria infância dando ‘tudo’ aos seus filhos. Mas bens materiais não suprem necessidades afetivas. E se eu não ensino ao meu filho que nem tudo podemos ter, ele cresce achando poder tudo; e esta é a fonte primária das frustrações.

Em segundo lugar, devemos aprender a colocar limites. Tudo tem limite nesta vida e nossas crianças não podem ser criadas e educadas sem ele. O que pode e o que não pode deve ser ensinado e dado em casa. Caso contrário, quando ele sair de casa e não encontrar o mesmo cenário, a frustração é certa.

Perder é uma rotina em nossas vidas. Perdemos um emprego, uma pessoa querida, um bichinho de estimação, a separação dos pais, um objeto de que gostávamos muito, dentre outras perdas.

 

 

  • Mas como podemos ensinar nossos filhos a lidarem com as perdas que os acompanharão ao longo de suas vidas?

 

Perder faz parte do aprendizado, do desenvolvimento e da vida. Infelizmente, em muitas situações, só aprendemos a valorizar o que temos, depois de perder. Então, devemos, desde cedo, ensinar nossas crianças que, na verdade, mais perdemos do que ganhamos! Perdemos desde coisinhas simples como o horário daquele filme que queríamos tanto assistir até nossos avós, nossos pais, nossa família. Neste sentido, é papel da família, dos adultos, favorecer e mediar o entendimento dessa perda. A maturidade da família é fundamental para que a criança se sinta segura e compreenda o processo de perda.

 

 

  • Como ajudar as crianças a superar o medo de se separarem dos que amam?

 

Conversar acerca da perda no momento em que ela acontece irá, com certeza, ajudar as crianças a lidarem com as perdas mais tarde. Do nível de desenvolvimento da criança dependerá a forma como ela vai entender a perda ou a separação. A situação deve ser explicada à medida das suas capacidades de entendimento.

Nos casos de morte e luto na família, as crianças aprendem que, na realidade, nunca ficamos sem aqueles que amamos. Embora não os consigamos ver quando queremos e com os nossos olhos, podemos sempre sentir a sua presença no nosso coração. Então, este amadurecimento e vivência dependerão da maturidade com que a família aborda a questão. Para cada idade existe um tom que norteia as condutas. Não adiante informações para as quais seus filhos não terão nem maturação nem maturidade para compreender. Responda na medida em que perguntarem. Certifiquem-se de que a criança entendeu, pergunte se querem saber mais alguma coisa, forneça você mesmo a informação, para que ela não saiba da pior maneira possível, por outra pessoa que talvez não tenha a sensibilidade de compreender sua criança como você a compreende e conhece.

 

 

  • Aprender a perder é aprender a gerenciar nossas próprias emoções?

 

Sim! Precisamos aprender a entender nossas emoções e a gerenciá-las ao longo de nossas vidas. Por mais que queiramos ganhar sempre, ou simplesmente não perder, infelizmente, em algum momento seremos confrontados com esta questão. É comum sentirmos raiva, medo, dentre tantas outras emoções. Mas precisamos aprender, ainda na infância, a conviver com situações e emoções diferentes. Não há ninguém que só ganhe. Assim como também não há ninguém que somente perca. As duas situações são extremas e podem trazer prejuízos pessoais.

 

  • Existe alguma orientação que nos ajude a criar na criança a tolerância à frustração?

 

Sim, existem orientações que podem nos auxiliar nesta missão. A primeira delas é o adulto entender que ele não pode suprir 100% as vontades e até mesmo as necessidades da criança. Às vezes o adulto quer compensar o que não teve na própria infância dando ‘tudo’ aos seus filhos. Mas bens materiais não suprem necessidades afetivas. E se eu não ensino ao meu filho que nem tudo podemos ter, ele cresce achando poder tudo; e esta é a fonte primária das frustrações.

Em segundo lugar, devemos aprender a colocar limites. Tudo tem limite nesta vida e nossas crianças não podem ser criadas e educadas sem ele. O que pode e o que não pode deve ser ensinado e dado em casa. Caso contrário, quando ele sair de casa e não encontrar o mesmo cenário, a frustração é certa.

Devemos também criar em nossos filhos a vontade de vencer desafios, de querer melhorar e a cada dia! Desafios fazem parte da nossa vida e aprender a lidar com emoções e frustrações é fundamental para crescer em todos os aspectos na vida!

 

Valeska Magierek. Psicóloga, Neuropsicóloga, atua há mais de 20 anos na área Psicologia Infantil e Neuropsicologia. Atualmente é palestrante, instrutora de cursos e atende no Centro AMA de Desenvolvimento em Barbacena. www.centroamadesenvolvimento.com.br.

 

Valeska Magierek. Psicóloga, Neuropsicóloga, atua há mais de 20 anos na área Psicologia Infantil e Neuropsicologia. Atualmente é palestrante, instrutora de cursos e atende no Centro AMA de Desenvolvimento em Barbacena. www.centroamadesenvolvimento.com.br.

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