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    Barbacena, MG Previsão completa
  • Com fechamento do ambulatório de saúde mental, atendimentos serão redirecionados

    A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) confirmou o fechamento do ambulatório de Saúde Mental do Centro Hospital Psiquiátrico de Barbacena (CHPB), em barbacena. A assessoria da Fhemig ressaltou que a medida segue a orientação da Diretoria de Saúde Mental da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e as premissas da Política Estadual de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas (PESMAD).

    Diante de um diagnóstico e discussão com a diretoria assistencial e diretores dos hospitais psiquiátricos da Rede Fhemig, foi identificada que a região possui estrutura para o atendimento de saúde mental para adultos, crianças e adolescentes capazes de prover todo o cuidado a nível ambulatorial. Ressalta-se ainda que essas unidades recebem habilitação federal para prestar esse cuidado, assim como recursos para o custeio e possuem planejamento uniformizado de funcionamento, incluindo plantões noturnos nos finais de semana”.

    Os atendimentos ambulatoriais serão direcionados para os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) da região, pactuados com os devidos municípios. Os pacientes, antes atendidos no CHPB, foram distribuídos nas unidades de Barbacena (CAPS III e CAPS AD III), Piranga (CAPS I), Ouro Branco (CAPS I), Congonhas (CAPS II e CAPS AD) e Conselheiro Lafaiete (CAPS III, CAPS AD III, CAPSi). O CHPB permanecerá como referência no acolhimento de urgência de pacientes da saúde mental.

    “Com a rede de saúde mental organizada e consolidada, o CHPB pode ampliar os serviços ofertados à população, atuando em áreas demandadas e pouco cobertas, como a reabilitação de pacientes crônicos ou vítimas de traumas. A PESMAD, instituída pela Resolução SES/MG Nº 5.461, de 19 de outubro de 2016, aprovada pela Comissão de Intergestores Bipartite (CIB) e pelo Conselho Estadual de Saúde preconiza que o cuidado em saúde mental deve ser ofertado nos serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e o atendimento à crise para pessoas com transtorno mental e/ou necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas, deve ser realizado nos serviços da RAPS de referência do município”, afirmou a Fhemig por meio de nota.

     

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