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Casos de Covid-19 na Epcar voltam ao foco

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Pelo menos 20 novos casos positivos, ou suspeitos, de Covid-19 teriam sido registrados na Escola Preparatória de Cadetes do Ar em Barbacena. Com os sete confirmados no início da semana, as notificações teriam chegado a 27.

Os cerca de 500 alunos, que têm entre 14 e 18 anos, têm sido testados após a confirmação inicial de 7 casos no início da semana. Os jovens devem ser liberados para suas cidades de origem. Já os que tiverem com a doença cumprirão o período de isolamento de 14 dias na escola militar.

As informações ainda não são oficiais. A redação do Barbacena Online entrou em contato com a assessoria da Força Aérea em Brasília, mas até o fechamento desta matéria não obteve um retorno.

2 Comentários
  1. GALVAO Diz

    Quem poderia imaginar, não é mesmo?

  2. Joana Diz

    Tudo seria evitado se a escola tivesse respeitado as recomendações da OMS e trabalhasse remotamente com aulas online (os prof. estariam saudáveis e ainda estariam trabalhando e os alunos também estariam saudáveis e estudando a uma hora dessas). Simples. Mas militares sempre vão obedecer o presidente, que não sabe ser líder e não ouve cada sublíder conforme sua formação. Lembrando que não só prof. militares entravam e saíam da EPCAR até dia 22/05 para dar aulas presenciais em salas fechadas (até intervenção do MPF), mas demais profissionais administrativos, faxineiros, pedreiros, cozinheiros, garçons, médicos, enfermeiros, todos tiveram contato com estes 204 positivos e não foram testados. Os 500 só foram testados após o fato cair na mídia, claro! Por que então os mais de 600 alunos da AFA e da EEAR da FAB e semelhantes escolas do Exército e Marinha não foram? na AFA o caso é pior ainda e os alunos ainda serão liberados no dia dos namorados sem ter feito teste! A imprensa, mesmo que busque o sensacionalismo, tem grande importância sim! Basta ter massa crítica em relação ao que se vê e lê! Muitos defendem que os alunos estão quase todos recuperados e isso não passa de uma gripezinha. Mas é claro! são jovens! Agora, os demais profissionais citados não o são. A maior gravidade do problema é a TRANSMISSÃO que esses assintomáticos podem passar aos demais profissionais da EPCAR, aos seus familiares e aos cidadãos do Brasil todo (conforme suas cidades natais).

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