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    Barbacena, MG Previsão completa
  • Barbacena, eu me lembro… (parte 5)

    Esta é a penúltima da saudosa edição “Barbacena, eu me lembro…”, onde estamos revivendo as reminiscências da Cidade das Rosas publicadas aqui no BOL nos anos de 2006 e 2007.

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … das frutas das hortas que “pegávamos” dos vizinhos na Rua Cel. Abílio, do falecido Sr. Abílio Sapateiro.
    (Erani de Paula Araújo, Barbacena-MG)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … das idas, em fim de noite, ao famoso três moinhos acompanhado pelas figuras ímpares de Nefasto Lelis, Casé Branco e a figura mais conhecida de Barbacena, o famoso Luis Pente Fino.
    (Tom – Salvador/Bahia)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos bailes de carnaval do Olympic e Barbacenense. Bloco do Saco. Pedro Cimino. Sovon’s. Mister Babu e Tyranossaurus na galeria do Mercantil. Bar Tio Patinhas. Sarcófago. Fanfarra do Estadual. Aqueles empolgantes torneios estudantis no Sílvio Raso. Os times de futebol do América, Andaraí, Vila do Carmo e Olympic, quando havia jogadores como Russinho, José Antonio, Danton, Manoel Delvaux, Wilson Raimundo, Mariozinho, Luiz Antonio, Wenceslau, Nautilus, Mosquito e tantos outros. Sr Ieié da Tabacaria, Sr Mourão do Bazar Moderno e Sr Túlio da Bernadete. Izabelinha. Botina. Fonte luminosa, quando ainda funcionava.
    (Marco Antonio Goretti de Carvalho)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … com muita saudade, do Bar do Zé Falco (antigo Bar Pinóquio). Foi lá o primeiro ponto comercial a vender frango assado, a primeira televisão de cachorro-como eram chamadas as assadeiras de frango. E que delícia!!! Muito bem freqüentado nas manhãs de domingo pelos irmãos “Sad”. Saudades do nosso querido paizão Zé Falco…
    (Luciane Falco)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do Sovon’s, o melhor hambúrguer e a melhor batata frita da cidade.
    (Ricardo)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do Papai Noel e seu assistente chegando no carro do Corpo de Bombeiros e jogando balas nas festas de Natal do 9º BPM
    (Sheila Andrade)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do Grupo de Jovens EMAÚS com suas reuniões nas tardes de sábados na Igreja da Boa Morte e após, sempre, uma esticadinha, uma festinha. Grupo que reunia a juventude de Barbacena, os alunos da EPCAr e os estudantes da medicina na maior harmonia.
    (Malu Miranda)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … da boate Sarcófago, uma das mais bonitas que conheci, a mais transada. Nós tínhamos até conta para pagar no final do mês, de tanto que reuníamos a turma naquele pedaço.
    (José Renato Penna Esteves júnior – São Luis do Maranhão)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do Índio que, na década de 70 e 80, lavava carros na Rua XV, com sua velha lata e seus paninhos. Para a criançada ele dizia que lavava a seco, e com areia, e os carros ficavam tão limpos que a criançada chegava a acreditar que era com areia. Beleza de inocência que não existe mais.
    (Marcos Jose de Araújo – Ratinho – Sorocaba/SP)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do Bloco “é com esse que eu vou”, que brilhava nos carnavais de Barbacena com suas fantasias pretas e amarelas e suas alegorias coloridas, sua animação e alegria.
    (Helena Márcia Neves)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    …. dos clássicos de futebol Vila do Carmo e Olimpic que lotavam os estádios São Sebastião e Santa Teresa na década de 60 e 70.
    (Ramon Tellado – Brasília/DF)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … que na Rua do Campo existia uma destas figuras populares chamado de “Manê Capão”, quando a molecada gritava o apelido, o homem virava um bicho, perseguindo o bando até não agüentar mais fisicamente.
    (Henrique Sergio Discacciati -Campinas SP)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … de quando a rua XV era mão e contramão, os carros subiam e desciam, me lembro também do antigo estacionamento, onde atualmente é o Master Plaza Hotel. Lembro ainda do Cine Pálace, onde as seções viviam lotadas.
    Lembro-me também dos macacos que dávamos bananas e pipocas para eles, na praça dos Andradas, que antigamente, se chamava “Jardim Dos Macacos”.
    Oura coisa também que é inesquecível é antiga rodoviária situada na Rua Lima Duarte, no centro.
    Bruno Rodrigues (NY-EUA)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos domingos de quando éramos crianças e colocávamos os vestidos novos e na moda que mamãe confeccionava, para irmos aos matinées, ou no Cine Palace, ou no Cine Apolo. Comprávamos nossos pacotinhos de Bala Chita e saboreávamos o filme e as deliciosas balas que teimavam em ficar grudadas em nossos dentes. Depois do cinema, uma passadinha pelo Sovon´s para terminar o final de semana. Como me lembro…
    (Eugenia Maria R. Costa – de volta à Barbacena)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … das geladas manhãs de junho e julho, quando minha irmã e eu saíamos de nossa residência, no sobrado do antigo e saudoso Banco de Crédito Real, na Praça Conde de Prados, cujo gerente era meu querido pai.
    Dirigíamo-nos, fim da década de 40, soltando fumacinha pela boca, mas felizes por mais um dia de aula e sadia diversão, para o Grupo Escolar
    Bias Fortes, de tantas recordações. Tempos depois, estaríamos, bem ali ao lado de casa, a fazer o ginasial, no inesquecível Colégio Estadual de Barbacena…
    (Franklin Jardim Bronzo de Almeida – Belo Horizonte)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    Se minha mãe ou avó materna fossem vivas eu iria até onde estivessem, só para mostrar essa página. Me lembro sim, da rua Vasco da Gama, lá em cima, perto da Escola de Cadetes da Aeronáutica, nos idos de 50, uma espécie de moranguinhos selvagens que costumavam nascer no rodapé da casa de minha avó Ottoni.
    Jorge Ottoni, meu avô, regente e tocador de bombardino da retreta local, a Lira Barbacenense, Dona Mariazinha, do Seu Vicente, da Carminha, o Zé Borjairo… O motorista do ônibus que fazia a linha Rio-Barbacena (durava o dia inteiro a viagem…).
    Eu tinha apenas três anos e pouco, e no entanto, como me lembro disso! Minha mãe, Yvonne (falecida), e tios: Célia (falecida), Adair (falecido), Mariinha, Celina e Bolivar… todos Ottoni, de Barbacena! Nenhum deles por lá…
    (Alvaro Coutinho Ottoni – São Miguel do Araguaia – Goiás)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … muito como se fosse hoje dos campeonatos de futebol do ginásio Silvio Raso, contra as escolas onde na maioria das vezes íamos torcer para o colégio Estadual.
    Também gostava de ir ao Silvio Raso somente para comprar pelinha e pipoca da mão do Sr.Hélio, um moreno forte que parecia com o Maguila. Dava até medo de comprar com ele as coisas que vendia, mas ele era super gente fina e quem o conheceu pode falar que era nota 1000000000000, de tão gentil e brincalhão ….
    (Aninha – Araruama RJ)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos meus tempos de Colégio Imaculada, das amigas que fiz e que nunca mais esqueci…
    Algumas se perderam pelo caminho e outras conservo até hoje…
    Mas me lembro de quase todas, mesmo as mais distantes!
    Que bom seria voltar no tempo e reencontrar uma por uma, saber como estão, falar sobre o passado, sobre o presente, sobre nossas conquistas! E até sobre as derrotas… Afinal, amiga é também pra essas coisas….
    Se o tempo não volta mais, as lembranças serão eternas… ternas… saudosas!
    Boas lembraças!
    (Auxiliadora Maluf)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos bailes de carnaval do Olimpic Clube (ótimos, eu adorava) e depois íamos para o bar Meu Cantinho para comer canja de galinha, com o dia amanhecendo.
    Lembro também das gincanas que aconteciam na rua quinze, onde haviam diversas competições, em que os participantes, normalmente casais, cumpriam diversas tarefas e depois saiam feito loucos em seus carros em direção à próxima tarefa.
    (Irani Alvear Saraiva – Contagem MG)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … das minhas amigas Aglaê, Valéria, Dilma… da turma do Celeiros, do Pedro Cimino, do Ginos (da quinta alternativa), do carnaval do Olimpic, do carnaval de rua… do “sanatório geral”…
    Nossa!!!!!!! são tantas lembranças… do “acadêmico”, do Sóvons… do lanche da vovó… da Brilho, do sanduba do Hamburguesia… Eu saía muito e fiz grandes amizades por aí…
    Me lembro principalmente de um carnaval no Olimpic em que eu conheci o amor da minha vida… nos casamos aí, e viemos morar aqui na minha cidade, Anápolis-Go.
    (Cláudia Brandão)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … da rodoviária velha, bem no centro da cidade, com todos aqueles botecos que até hoje sobrevivem.
    (Bárbara Magalhães)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … que, nos anos sessenta, se espalhou o boato de que, na igreja do Alto do Cangalheiro, encostando o ouvido na boca das manilhas do adro, ouviam-se vozes rezando. Em pouco tempo, virou romaria. Juntou vendedor de churrasquinho, picolé e medalha milagrosa. Não teve Física Acústica que debelasse a peregrinação.
    (Ricardo Tollendal)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do bar da moda, na década de 60, o Pinochio, ao lado da antiga rodoviária, onde as paqueras aconteciam e os namoros tinham seu início.
    (Elisabeth Costa Nobre)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … quando o jardim dos macacos ainda tinha macacos, e depois de observá-los, comprar “maria mole” no bar Ouro Verde.
    (Rosana Oliveira)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    …. dos passeios matinais acompanhada de meus pais e irmãos, quando íamos à Escola Agrotécnica (antigamente Escola Agrícola) comprar frutas, legumes e leite. Das brincadeiras feitas nos gramados e do ar maravilhosos que respirávamos naquele local.
    (Anna Maria de Freitas Ede Oliveira)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … da Taberna, lá perto do Rosário, que a turma se reunia nos finais de semana para conversar. Tinha o Debaixo da Saia, um barzinho pra lá de familiar, onde nos encontrávamos e tinha até música ao vivo. Não sei como dava, pois lá era minúsculo e ainda cabíamos todos nós com folga. Incrível não?
    (Mariana Gonçalves)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos desfiles de 7 de setembro onde nós, as meninas do Imaculada, queríamos ter a melhor Fanfarra da cidade e competíamos diretamente com os garotos do Estadual. Era uma delicia e, no final, tudo acabava em deliciosas paqueras.
    (Maria Lucia Bergamini Mitsuichi)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos carnavais no fim dos anos 80 – Olympic e Barbacenense lotados. Da União das Cores, Tijuca, Voz do Povo e Vila desfilando pelo centro – pequeno de tantos apreciadores.
    (Luiz Augusto Filardi)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos shows no ginásio Silvio Raso… Paralamas, RPM, 14 Bis, Kid Abelha, Biquini Cavadão etc… um monte de gente ia à pé já cantando no caminho… lá dentro um calorão… lá fora muito frio…
    (Carlos José Fortes)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do cheiro de café na Rua 15, nas proximidades do Cine e Café Apolo e também no final da Rua 7.
    (Demilson Vigiano)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … Lembro-me do jardim da Praça Antônio Carlos, muito bem cuidado. Ficava abaixo do nível da rua, com bancos de mármore e muitas flores. Era embelezado pela estátua de mármore de Carrara – Leda e o Cisne – hoje no Jardim do Globo.
    (Newton Siqueira de Araújo Lima)

     

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