• 15ºC
    Barbacena, MG Previsão completa
  • Barbacena, eu me lembro… (parte 4)

    Chegamos ao quarto dia de recordações do quadro “Barbacena, eu me lembro…”

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … da 1ª Olimpíada do Santo Antônio. Foi muito linda. Era adrenalina de todos os participantes.
    (Ismael Assis – Diadema/SP)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do Égua’s Bar, do Roberto e do saudoso Édson, seus proprietários, da Rádio Barbacena ZYL-8 e do saudoso Barbosa Silva, que em uma ocasião leu com veemência no ar, o verbete de um dicionário com a definição da palavra causticante que ele havia empregado, sobre uma chuva que caia na cidade, cuja propriedade teria sido posta em dúvida por um ouvinte.
    (Luiz Carlos Duarte Ladeira – Belo Horizonte)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … Quando eu era criança pequena em Barbacena tinha uma lenda que os mais velhos diziam que em uma das torres da igreja da Boa Morte morava uma serpente. Não sei se só eu que ouvi essa lenda, mas diziam que muita gente não tinha coragem de subir naquela torre. Qual era a torre? esquerda ou direita. Até hoje guardo essa recordação que botava medo em muita gente. Se alguém mais ouviu isso, deixem seus comentários sobre o assunto.
    (Fernando Costa – Belo Horizonte)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … das tardes de festa após o desfile do 7 de setembro. A turma do Colégio Tiradentes – onde estudei por 10 anos – terminava o desfile, o melhor desfile da cidade, e depois se encontrava na Vovó. Aliás, esta lanchonete faz falta! Ali, passávamos horas e horas paquerando, conversando e observando se a turma do Estadual iria desfilar melhor do que a gente (antiga e saudável rivalidade!).
    (Débora Matos – Barbacena – MG)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos saudosos “garden-parties” realizados no Jardim Municipal, uma festa com orquestra, danças e brincadeiras, geralmente em benefício de alguma entidade filantrópica. Havia o costume de se construir “cadeias” onde eram “detidas” pessoas da sociedade, que teriam de pagar uma prenda para sair. Adultos e rapazes “propositadamente distraídos” eram nelas colocados e conduzidos por senhoras e moças da sociedade, e isso era prova de certo prestígio social. Olhavam disfarçadamente ao redor e à espera da prisão.
    (Newton Siqueira de Araújo Lima)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … da Paparazzo, na descida para Campolide . Ô lugarzinho gostoso.
    (Fernanda Magalhães)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … com imensa saudade da época da antiga “FUPAC”, quando nós saíamos para assistir aos jogos da NAE na EPCAR e à noitinha dançar na “Brilho” ou na “Beijo na Boca” ou até mesmo a famosa paquera no Gulosão, quem não se lembra da rua totalmente fechada de jovens cheios de sonhos, sem maldades, sem violência, um tempo que nunca sairá de nossas lembranças. Ah, e o Sovon’s? Ainda posso sentir o cheirinho do mixto-quente entrando pelas minhas narinas como que pedindo para entrar numa máquina do tempo.
    (Jacqueline Carla dos Santos)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do “Meia Lua”, barzinho que tinha próximo a escola de medicina (não lembro o nome da rua), onde a galera se reunia para um bom papo e beber o famoso limãozinho do seu Nelson na birósquinha quase em frente.
    (Paulo Ozava – Rio de Janeiro)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos “puteiros”, Dora, Maria do Carmo, Três Moinhos, e tantos outros… Coisa boa a gente não esquece… Hoje o amadorismo acabou com o profissionalismo.
    (Luiz Atales – Goiânia/GO)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do bloco do Gole (Brocu du Gole), que arrepiava no Clube Barbacenense.
    (Ricardo José Pinto Lopes – Cuiabá/MT)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos parques de diversão que apareciam por aqui. Em casa, podia-se ir a quase todos os brinquedos, menos em um que chamávamos “sombrinha” e que não passava de cadeirinhas presas a correntes, rodando numa velocidade para mim estrondosa. Pois foi num domingo, desses de inverno por aqui, que, após o almoço, resolvi experimentar a tal “sombrinha”. Escapuli de fininho, juntei-me a minha turma e lá fomos. No começo maravilha, o mundo visto de maneira oblíqua e superior, enquanto Altemar Dutra cantava, de maneira sofrida, alguma coisa melancólica e romântica, depois de o locutor anunciar: “Antônio dedica esta música, com muita paixão, a alguém que pisa seu coração e este alguém sabe quem”. De repente, parada brusca, acabou. Desci bamba e esquisita, a cabeça rodopiando como se fosse dividida em duas. Dá apara imaginar o que aconteceu com o almoço???
    (Vera Coimbra)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … da rapaziada da medicina, que promovia belos rachas na rua 15, com as chamadas ‘Gincana automobilística’, era delicioso ver Fuscas, Corcel, Opalas e Dodges “linchando”. Domingos maravilhosos com certeza.
    Antônio Luiz Duarte (Barbacena)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … das muitas noites sem lua, quando a turma da Boa Morte pulava o muro da Igreja e, da escuridão atirava, com estilingues, esferas de aço, de rolimã contra o enorme sino da torre direita. Ás vezes conseguíamos acertar a boca do sino e a esfera girando em seu interior provocava um ruído estranho e assustador. Só parávamos quando as luzes das casas da Rua Thomaz Gonzaga se acendiam e a mulherada rezadeira saía para a rua e em grupinhos comentando o “fenômeno” e se punham a orar fervorosamente. E nós passávamos por elas com a maior cara de pau, mal podendo conter o riso.
    (Arthur Bernardes – Rio Grande do Sul)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … da Estação Sanatório, de beleza única; patrimônio do povo da nossa cidade, que foi impiedosamente demolida…
    (Mário Rufino)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do carnavalesco Lulu Perereca vestido de espanhola e com suas sonantes castanholas pelas ruas da cidade.
    (Newton Siqueira de Araújo Lima)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do Bar da Égua. Saudades de ouvir o Sr. Guerino Gorini, exaltado por tomado umas a mais, dizer em alto e bom tom: ÉÉÉÉÉÉGUAAAA! Seu grito era ouvido por toda a Praça dos Andradas e Rua XV. E assim surgiu o nome: Égua´s Bar. A “galera” da época tinha “caderneta” no Bar da Égua. Enchíamos a cara no Bar da Égua, prá economizar, e íamos pros clubes “azarar”. O Edson, anos depois renomado dentista de Barbacena (periondontista), nos atendia sempre com simpatia. Pena que faleceu! Era muito querido e super simpático! Não sabia cobrar os “canistas” de plantão.
    Sinto saudades de todos e de tudo! Sei que muita gente vai relembrar e encher os olhos de lágrimas! Liberem suas lágrimas, pois é isso que estou fazendo agora. Um beijo a todos.
    (Hercules Fornero – São Paulo/SP)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos dias que passei na Praça do Cruzeiro no Monte Mario, tocando violão com os amigos nas férias do colégio.
    (Getulio Costa Melo – São Paulo/SP)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do Celeiro´s, onde cantaram por lá também, Janinho e Gereré.
    (Helena Márcia Neves)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … dos macacos da Praça dos Andradas. No dia da inauguração da fonte luminosa e aquelas paqueras ao redor… do agito do Sovon´s… do bloco de pijama abrindo o carnaval… e do também do Butina indo a todos os bairros gritando com aquele vozeirão “olha a dobradinha”.
    (José Roberto Campos – Natal/RN)

     

    Barbacena, eu me lembro…

    … do bar do Rocha ao lado do Sovon’s, e do Bar do Adilson na Praça do Rosário, onde eu e a turma do Saleh tomávamos as melhores caipirinhas que já se fizeram nas Alterosas.
    (Marcos José de Araújo – Sorocaba/SP)

     

    LEIA TAMBÉM:

    https://barbacenaonline.com.br/barbacena-eu-me-lembro/

    https://barbacenaonline.com.br/barbacena-eu-me-lembro-parte-2/

    https://barbacenaonline.com.br/barbacena-eu-me-lembro-parte-3/