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    Barbacena, MG Previsão completa
  • Barbacena, eu me lembro… (parte 3)

    Este ano revigoramos alguns quadros do Barbacena Online. Um de nossos orgulhos é o Museu Virtual de Barbacena. Mas também é preciso destacar as fotos antigas da cidade, que recebem milhares de visitas dos internautas. Outro orgulho é a repercussão desta repaginação das lembranças dos moradores da cidade.

    Então vamos a mais uma sessão recordação, a terceira, do quadro “Barbacena, eu me lembro…”

    Barbacena, eu me lembro…

    … da festa do Jubileu, em que os pais não deixavam de andar no trenzinho com seus filhos.

    (Rodrigo Martins)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … que uma das coisas que mais marcou a minha infância, eram os macaquinhos na praça dos Andradas, (que até pegou apelido de praça dos macacos) que vinham pegar comida na mão da gente…
    (Bárbara Magalhães)

    Barbacena, eu me lembro…
    … do restaurante Tio Patinhas, onde os jovens se reuniam todo final de semana. É onde está hoje o ceolin, ao lado do Banco do Brasil
    (Mariana Gonçalves)

    Barbacena, eu me lembro…
    … quando chegava os finais de semana, o lugar de encontro dos jovens barbacenenses era o centro da cidade. Não havia o hábito das pessoas formarem grupos em barzinhos, como hoje. Os rapazes se enfileiravam, parados, no passeio onde se encontra A Bota de Ouro e as garotas ficavam circulando no mesmo passeio até que algum garoto a convidasse para um bate papo. O muito que se podia avançar em termos de namoro era uma boa conversa. Ultrapassando os limites, davam-se as mãos.
    (Nalu Dias)

    Barbacena, eu me lembro…
    … do sonho recheado da padaria “Cisne Azul”.
    (Demilson Vigiano)

    Barbacena, eu me lembro…
    … de ir aos sábados para a Praça dos Andradas para ficar olhando os macaquinhos do famoso “Jardim dos macacos”.
    (Juliana Freitas)

    Barbacena, eu me lembro…
    … de Lisandro Guilherme Nicoletti Pereira fantasiado de soldado romano, durante o carnaval. Saía durante o dia para exibir sua bonita fantasia, e era sucesso entre as jovens daquele tempo.
    (Newton Siqueira de Araújo Lima)

    Barbacena, eu me lembro…
    … das horas dançantes no Icaro, no Automóvel Clube, no Sarcófago… O ponto máximo coincidia com o término da sessão das dezoito horas. Aí fervia, literalmente dentro e fora.Começavam sempre os rumores, “olha aí, tá tendo briga lá na Boa Morte, o pessoal da cidade contra os “cadetes” Hoje sai morte”. A rixa era feia. Houvesse policiamento e houvesse também transgressões, a hostilidade era grande, o que tornava comum ver sempre a ala masculina em pequenos grupos.
    (Vera Coimbra)

    Barbacena, eu me lembro…
    … das aulas de catecismo na sacristia da Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, quando dizíamos à santa Dona Cininha Soares Ferreira que “queríamos ir para o Inferno”, só pelo prazer de vê-la chorar e sair da sacristia murmurando baixinho: “Jesus, Jesus, Jesus”!
    (Arthur Bernardes)

    Barbacena, eu me lembro…
    … da Dona Albina, professora do Colégio Estadual. Uma das primeiras frases que ela ensinava aos seus alunos era “the book is on the table”, colocando o livro em cima da mesa.
    (Ricardo Salim)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … dos “Festivais de Conjuntos de iê-iê-iê” nos Cines Palace e Orfeu, onde a moçada se embalava ao som dos “Rolling Fives”, dos “Black Bells”, dos “Orpheus” e de tantos outros.
    (Mário Sérgio Esteves – Rio de Janeiro)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … das missas na Igreja Nossa Senhora da Piedade, celebradas pelo Cônego Mário Quintão e das coroações de Nossa Senhora, quando havia até briga para que as crianças tivessem a oportunidade de colocar a coroa na Santinha do altar.
    (Natalina Jardim Bronzo de Almeida – Belo Horizonte/MG)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … das férias inesquecíveis na fazenda do meu avô, coronel Belizário, fazenda da Pedra, junto com primos e tios fantásticos, grande família Moreira. Dos meus pais que já se foram… das festas de colégio, do Ícaro, clube Barbacenense, pizza do Gino (grande Jacinto, revolucionou a culinária da região)
    (Marcio Paulo Moreira – Porto Alegre – RS)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … das filas que dobravam quarteirão, formadas no cine Pálace em dia de exibição de filmes como Titanic.
    (Sheila Andrade)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … dos bons tempos de nossa cidade… onde tínhamos o sonho de sair daqui, estudar e vencer! mas o amor pela terra natal era forte e amávamos essa cidade.
    (Eugênia Maria R. Costa)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … da saudosa Zebilinha. Quem não se lembra dela? Aquela velhinha maluca que rondava pelas ruas nas noites Barbacenenses nas imediações da Taberna, Comel, Sovon’s, Leiteria do Dinamite, Bar do Ventania.
    (Leonardo Mazziotti)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … da rodoviária velha e as partidas para São João del Rei, terra da minha mãe. (remotamente ainda me lembro também das últimas idas de Maria Fumaça). Os guichês, os banheiros e a “sala de espera” ficavam de um lado, os bares e os restaurantes no local onde ainda parecem resistir alguns. A plataforma de embarque da Unida ficava do lado dos bares e a estrada ainda era a que sai pelo Monte Mário.
    (Olivia/Campolide/Antônio Carlos)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … do campeonato estudantil, as guerras de ovo choco no Ginásio Silvio Raso, com a torcida do Colégio Agrícola, Plínio Alvarenga e depois com a Medicina.
    (José Renato Penna Esteves júnior – São Luis do Maranhão)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … da Mercearia Camponesa, na rua José Bonifácio, onde o Sr. Edmundo servia pão com mortadela, a partir das 5 da manhã e sempre queria saber onde estávamos. Meados da década de 80.
    (Zé Flávio)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … do Colégio Polivalente, onde, naquela época, eram realizados os bailes para os fundos de formaturas. Bailes com a escolha da rainha do colégio e as quadrilhas que os próprios alunos realizavam. A sonorização ficava a cargo da equipe do “CRAZY SOUND “, Ismael (dj), Israel e o Carlinhos estavam presentes alegrando com as músicas da época, e a galera vibrava com tudo aquilo.
    (Ismael Assis – Diadema/SP)

     

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