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  • Barbacena, eu me lembro… (parte 2)

    E a gente dá continuidade, neste segundo dia, às publicações do quadro “Barbacena, eu me lembro…” originalmente publicado aqui no Barbacena Online entre 2006 e 2007.

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … do Toninho que morava lá no Bairro Andaraí, mas era a alegria da garotada do São José… e seus inseparáveis: guarda-chuva e paletó …
    (Evandro – Natal RN)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … muito das divertidas festas juninas no Amilcar Savassi, onde todos os alunos da quarta série da saudosa tia Janete participavam com muito entusiasmo. Lembro também da minha namoradinha Lílian, que dançamos a última quadrilha.
    (Marcus Vinicius)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … do bar do Pedro Cimino, da turma que se reunia para tomar a cerveja mais gelada da cidade e os melhores tira-gostos, como o arroz de marimbondo, feijão amigo e torresmo que eram feitos na cozinha da casa pela família dele. Era o melhor bar da cidade, pena que a moçada de hoje não chegou a conhecer. Ainda tinha música boa.
    (Rosana Resgalla)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … da casa de doces e balas do Sr. Shan, na Av. Bias Fortes, onde passávamos, todos os dias, após as aulas do Colégio Estadual para comprar algumas balas (e tentar roubar outras)… Até hoje tenho contato com a filha dele, infelizmente, só pela internet…
    (Patrícia P. de Freitas Gonçalves)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … de figuras como Maria Tatu, Sapo e Maria Helena -levanta a saia “Marelena”, gritavam os moleques-. Do Gulosão, Ponto Final e Debaixo da Saia -como era bom-. Dos skatistas, metaleiros ou alunos da EPCAR que enlouqueciam as meninas. Da sexta-feira no Ginos, das finais de futebol no Sílvio Raso entre Amílcar e Estadual e do Carnaval no Barbacenense, que ia até de manhã na quarta feira de cinzas, quando na volta comíamos hamburguer do Sílvio’s sem lembrar do dia santo.
    (Tereza Cristina Batista)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … quando no aeroporto acontecia a semana da asa, realizada pela aeronáutica, vinham aviões de todo lado para nós vermos, e hoje não acontece mais, lá ficava lotado.
    (Alexandre Leite)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … do Polivalente e suas inovações, do Lelão, da Gilda (um grande beijo), Margarida. As festas de Santo Antônio na época em que as pessoas saiam de casa para se divertir e não para brigar. Da banca do Juca no pontilhão, da turma do ônibus para a hoje UFSJ e das festas que fazíamos, da Bianca minha irmã de coração, Elenice sempre amiga… é… eu era feliz e sabia.
    (Edigar Neves – Brasília/DF)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … da rivalidade de Vila do Carmo e Olympic. Era o maior clássico de futebol da região. Grandes craques como Delvoux, Taninho, Luiz Santos, Mauro, Gutemberg, Oswaldinho (do Andarai).
    (Odair Reis)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … do Sr. Geraldo, dono do bar e mercearia em frente ao portão principal do Colégio Estadual. Hoje podemos contar nos dedos os alunos que não freqüentaram este ambiente sadio. Aonde íamos para comprar alguma guloseima. Também não esqueço o carinho do seu atendimento particularmente perguntando-me: o que você quer bolachinha? Saudades que construíram nosso futuro.
    (Marcos Milagres Almeida)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … com saudades, dos clássicos entre os times da capital, em amistosos que paravam a cidade nos campos do Vila e do Olympic, partidas memoráveis de nossos craques que muitas vezes deram sufoco em Cruzeiro, Atlético e até de times do Rio de Janeiro, como Gloriosos Botafogo e do Poderoso Flamengo.
    (Marcos Jose de Araújo – Ratinho – Sorocaba/SP)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … dos macacos do “Jardim dos Macacos”, do misto quente com suco de laranja do restaurante “A Brasileira”, quando era defronte à praça.
    (Demilson Vigiano)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … do corso com os carros de capota conversível, ligados por serpentinas, que faziam o trânsito em mão dupla, iam e vinham pela rua XV de Novembro, Praça dos Andradas, Praça Pedro Teixeira e Praça Dom Silvério. Os muito bem cuidados carros de aluguel de Chico Padeiro, Pedro Turco, Polidoro, Benjamim Cury etc. Eram muito disputados para fazer o corso. Meu tio, Rubem Coutinho tinha um “Ford de bigode”, 1929, que era a alegria dos sobrinhos.
    (Newton Siqueira de Araújo Lima)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … dos desfiles de 7 de Setembro. Rua XV de Novembro apinhada. Nós, do Imaculada, tínhamos de marchar em pelotões de seis fileiras, uniforme de gala obrigatório. A parada final era na Praça Marechal Deodoro, Policlínica, onde já nos aguardavam, pois sempre desfilavam na frente, os gloriosos rapazes do Colégio Estadual ou da Escola Agrotécnica, muitos tirando fotos das namoradas. Os “cadetes” da EPCAR fechavam o desfile, com aviões dando rasantes sobre a cidade.
    (Vera Coimbra)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … de grandes filas nas tardes de domingo para o matiné do Cine Palace. Os filmes de Walt Disney eram os preferidos da criançada. Lembro também de comprar balas “Chita” antes de me sentar no cinema.
    (Ricardo Salim)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … do GMC batendo suas colherzinhas pelas ruas de nossa cidade. Muitas lembranças dele!”
    (Júlio Fonseca)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … do carnaval que começava na quarta, com a ‘batalha de confetes’, do saudoso Barbosa Silva, na quinta desfilava as meninas do “desespero sem causa”, acho que era esse o nome. Ainda tínhamos o ‘É com esse que eu vou’ e o ‘bloco do saco’. Era um carnaval maiúsculo, sem dúvida…
    Antônio Luiz Duarte (Barbacena)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … da hora dançante no Barbacenense, domingo à tarde. Sovon`s, Tio Patinhas, Mister Babu.
    (Lígia Márcia G. Lima)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … das festas da Boa Morte, anos 70. Dona Totoca e Dona Carlota. Barraquinha do Taki, que era o bingo, quando acertava a gente gritava takiiiiiiiiiiii.
    (José Geraldo – Lado – Santa Luzia/MG)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … da época do Sovon’s onde toda galera se reunia aos sábados e domingos a tarde, para maior bate papo e paqueras. Era legal!
    (Cezar Silveira)

     

    Barbacena, eu me lembro…
    … do ringue de patinação ali onde hoje existe a fonte luminosa, em frente à Matriz da Piedade. Naquele ringue levei muitos tombos patinando com patins emprestados pois os “velhos” se recusavam a comprar um par para mim. “Isso é muito perigoso”, diziam.
    (Arthur Bernardes – Rio Grande do Sul)

     

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