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Aquecimento Global – estamos fazendo nossa parte para manter o planeta Terra habitável?

Por Sabrina Medeiros sob orientação do Professor Delton Mendes

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Por Sabrina Medeiros, membro do Centro de Estudos em Ecologia Urbana do IF Barbacena, graduanda em Ciências Biológicas, sob orientação do Professor Delton Mendes.

“A temperatura média da Terra poderá subir assustadores 4 °C até o ano de 2100. Isso pode parecer pouco, mas, se realmente acontecer, gerará alterações nos ecossistemas e, fatalmente, haverá uma rápida extinção de espécies.”

Ao contrário do que muitos pensam, o efeito estufa sempre esteve presente em nosso planeta, desde que a atmosfera foi formada. É um fenômeno natural que mantém a Terra aquecida e fundamental para os tipos de vida existentes aqui hoje e de outrora.

Quando a radiação do Sol é refletida pela litosfera (camada rochosa onde ficamos), fica retida em gases de efeito estufa, como o CO2 e CH4 (que podem refletir de volta a radiação), gerando calor, enquanto outra parte vai para o espaço. Vapor d’água, dióxido de carbonometano e outros gases são responsáveis por “segurar”, em diferentes proporções, o calor na Terra e, portanto, sem eles, o planeta seria muito frio, dificultando o desenvolvimento das espécies já existentes.

Segundo pesquisas atuais, a temperatura média terrestre gira em torno dos 15 °C e se não houvesse o efeito estufa, cairia para -18 °C. Porém, o aumento na emissão desses gases baseados em carbono tem potencializado o debate sobre os efeitos da ação humana sobre o clima, pois elevam a temperatura em geral. O aquecimento global, fenômeno comprovadamente intensificado pelas ações antrópicas, começou a se potencializar a partir da revolução industrial, processo no qual a emissão dos gases acima referidos aumentou muito, o que, consequentemente, possibilitou a absorção de mais calor, acarretando o aumento da temperatura planetária.

Segundo o IPCC (Intergovernamental Panelon Climate Change), a temperatura média da Terra poderá subir assustadores 4 °C até o ano de 2100. Isso pode parecer pouco, mas, se realmente acontecer, gerará alterações nos ecossistemas e, fatalmente, haverá uma rápida extinção de espécies (o que já tem ocorrido). Simultaneamente, teremos escassez de água e aumento da fome, elevação dos oceanos devido ao derretimento das geleiras e certamente surgirão diversas doenças novas e possível proeminência das já existentes. Além de tudo isso, vale destacar outros desequilíbrios climáticos, como furacões e tornados.

Vendo o quanto o aquecimento global pode nos prejudicar, além de afetar nossas gerações futuras e outros seres que compõe a biosfera, surge a dúvida: o que podemos fazer para desacelerar o aquecimento global? Precisamos urgentemente reduzir a emissão do dióxido de carbono e metamo, ou seja, minimizar o uso de veículos particulares, andar de bicicleta, a pé, ou em transportes públicos. Vários países integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU) já se comprometeram a reduzir a emissão dos gases estufa e o consequente aquecimento global através do chamado Protocolo de Kyoto.

Faça a sua parte também! Economize energia, coma menos carne bovina, opte pelo etanol (energia renovável), recicle o seu lixo, possibilitando a diminuição da pressão fabril; plante árvores nativas. Se cada cidadão contribuir, poderemos evitar diversas complicações futuras para os vários ecossistemas, além de reduzir os riscos de aumento das temperaturas e de fenômenos climáticos extremos, mantendo as condições de habitabilidade e equilíbrio sustentável de nosso planeta Terra.

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