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    Barbacena, MG Previsão completa
  • Acontecimentos e heróis brasileiros (quase) esquecidos: roubo nos céus – O sequestro e roubo do VOO VASP 280

    Nota do autor: Resolvi escrever uma espécie de série, intitulada: ACONTECIMENTOS E HERÓIS BRASILEIROS (QUASE) ESQUECIDOS; que irei publicar sempre na primeira sexta-feira de cada mês; com o intuito de reavivar a mente da população sobre tais fatos e/ ou pessoas. Não deixemos as histórias se perderem. Valorizemos nossos inúmeros heróis nacionais, muitas vezes caídos no esquecimento ou no anonimato; bem como acontecimentos diversos de relevância em nossa trajetória. Que nossa história nunca fique esquecida e que as gerações do presente e futuro, possam entender a importância e o reflexo dos acontecimentos passados em nossa sociedade atual, bem como, as ações do presente e seus impactos no futuro.

    Procurei escrever de uma forma simples, sem uma abordagem muito técnica e formal; porém, sempre colocando meus pontos sobre Segurança e Defesa nos mesmos.

    Neste segundo texto, resolvi fazer uma “ponte” com o primeiro, sobre a segurança nos céus antes de 11 de setembro de 2001. Vamos rever os acontecimentos do ROUBO NOS CÉUS – O sequestro e roubo do VOO VASP 280. Brasil; dezembro de 2021

     

     

    O ano era 2000; na política internacional, ocorria mudanças de poder em duas grandes potências: Wladimir Putin é eleito presidente da Rússia e George W. Bush é eleito presidente dos Estados Unidos. No Brasil, comemorava-se os 500 anos de seu descobrimento e o presidente em exercício era Fernando Henrique Cardoso.

    Na tarde do dia 16 de agosto de 2000 o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu/ Cataratas; operava normalmente; realizando, segundo a Infraero, inspeção de raio-x e detectores de metal em todos os passageiros antes do embarque para os diversos voos; porém, saliento que àquela época, não havia inspeção das equipes de solo.

    A aeronave Boeing 737-200, matrícula PP-SMG da VASP encontrava-se no pátio do aeroporto, designada a realizar o voo VP-280, que realizaria a rota Foz do Iguaçu/PR para São Luiz/MA, com escalas em Curitiba, Rio de Janeiro e Brasília.

    Boeing 737-200, matrícula PP-SMG da VASP (Foto: Bernardo Andrade)

    Estavam a bordo do Boeing, 61 passageiros; destes, cerca de 30 turistas estrangeiros, sendo a maioria composta por italianos, alemães e espanhóis, que desceriam no RJ. A tripulação era composta por 06 pessoas. Estava embarcada também na aeronave, 09 malotes de dinheiro, contendo a quantia total de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais); pertencentes ao Banco do Brasil, sendo escoltados por uma empresa de transporte de valores, a TGV.

    As 15h32, o VASP 280, pilotado pelo Comandante Sérgio Carmo dos Santos e o copiloto Mauro Bittencourt Barge, decolou de Foz do Iguaçu, rumo a sua primeira parada, Curitiba/ PR, sem ninguém imaginar que 05 passageiros embarcaram fornecendo nomes falsos e portando pistolas automáticas. Eles eram assaltantes.

    Após 12 minutos da decolagem, estes 5 “passageiros”, colocaram seus capuzes e sacaram as armas, dominando rapidamente a tripulação e passageiros. Um dos sequestradores dirigiu-se diretamente a Cabine de Controle da Aeronave, apontou a arma e ordenou para que os pilotos desligassem imediatamente os rádios e o Transponder, alterasse a rota para Porecatu, cidade paranaense localizada no Norte do estado, na divisa com o estado de São Paulo, e que iriam pousar no visual. Sem comunicação, era impossível que os pilotos informassem o Controle de Tráfego Aéreo da situação a bordo, como por exemplo, utilizando o código 7500, código citado no texto anterior.

    Pelo interfone, os sequestradores informavam aos passageiros que ninguém iria se machucar e chegariam todos ao seu destino, pois era um assalto; queriam levar apenas o dinheiro dos malotes a bordo do porão de cargas; porém, os passageiros estrangeiros que não falavam português ficaram apavorados com o sequestro e sem entender a real razão. Um dos passageiros, um chinês, entrou em pânico e tentou abrir uma das portas de emergência sob as asas (é praticamente impossível abrir uma porta de um avião comercial em voo, devido ao fechamento hermético e a pressão interna, que é muito maior que a pressão atmosférica externa, tornando fisicamente impossível); porém, foi contido pelos bandidos.

    Os sequestradores mandaram os passageiros colocarem as mãos para trás. Neste momento, houve um disparo, que quase acertou a Comissária de bordo, Vitória Regina de Simas. Os passageiros ficaram em pânico; mas logo foram avisados pelos sequestradores que fora um disparo acidental. Com o passar do tempo, os passageiros foram se acalmando durante o voo.

    Marca do disparo no interior da aeronave (Reprodução: TV Globo)

     

    No cockpit; o sequestrador instruía a nova rota aos pilotos por um GPS portátil. O sequestrador que ali estava, sabia bem o que estava fazendo, demonstrando familiaridade com as operações aéreas, impossibilitando que os pilotos, tomassem uma rota diferente da ordenada por exemplo; desta forma, a tripulação tinha que seguir as ordens do mesmo. O Comandante chegou a argumentar, falando que não conseguiria pousar o Boeing no Aeroporto de Porecatu; porém, o sequestrador disse que dava. Ele sabia que poderia pousar e decolar com tranquilidade; demonstrando que haviam se preparado para esta ação.

    Apesar do aeroporto de Porecatu não possuir nenhuma operação de linha aérea; possui uma pista asfaltada de 2100 x 30 metros, equivalente a pista do aeroporto de Londrina por exemplo; era um lugar “ideal” para o sequestro. O aeroporto não possuía policiamento, movimentação intensa e nenhum controle de acesso.

    Aeroporto de Porecatu/ PR (Reprodução: Google Earth)

     

    Na cabine de passageiros, os sequestradores pediram para o funcionário da empresa de transporte de valores que acompanhava os malotes se apresentasse. Era Joelson Goes Maciel, que se encontrava sentado nas primeiras fileiras. Goes apresentou-lhes a documentação com o valor do transporte; 5 milhões de reais. Valor este que decepcionou os sequestradores, esperando um valor maior; mas disseram que “estava tudo bem” e continuaram seguindo os procedimentos e protocolos de seus planos.

    Sem alternativa, o VASP 280 pousou no pequeno aeroporto, onde tinha apenas 4 pessoas trabalhando (2 pilotos, 1 mecânico e 1 segurança).  Você talvez possa perguntar: Como eles iriam efetuar o desembarque da aeronave, pois o aeroporto não possuía tal logística? Pois bem, alguns Boeing 737 possuíam escada dobrável na porta da frente e este era o caso, demonstrando mais uma vez que a ação foi muito bem estudada.

    Após o pouso, 04 sequestradores desembarcaram, pedindo aos tripulantes para abrirem o porão de cargas onde estava os malotes de dinheiro. No aeroporto, aguardavam outros 04 membros da quadrilha, armados com fuzis e metralhadoras, em 02 Caminhonetes Ford Ranger roubadas.

    (Arte: Reprodução TV Globo)

    Após colocarem os malotes de dinheiro nas caminhonetes, os 05 sequestradores embarcaram nas mesmas, junto com os demais capangas e evadiram-se do local, sem levar nenhum refém; apenas portando consigo, 5 milhões de reais.

    Toda a ação durou cerca de 40 minutos (menos tempo que grande maioria dos sequestros relâmpagos); e não deixaram nenhum tripulante e/ ou passageiro ferido.

    Após a fuga dos assaltantes; embarcados todos, o Comandante entrou em contato com as autoridades via rádio para rezar todo o acontecido, e na sequência, decolou em direção a um aeroporto de maior porte e assistência; o Aeroporto de Londrina/ PR, distante apenas 90Km de Porecatu. A Infraero acionou a emergência, para que as polícias Federal, Militar e Civil, montassem um esquema de segurança em torno do Aeroporto, para recepção da aeronave.

    Às 16h30, o VASP 280 tocou o solo de Londrina para alívio de todos a bordo. O aeroporto foi fechado por segurança, tendo seus voos desviados para Maringá/PR. Após o pouso, os passageiros ficaram dentro da aeronave para identificação de todos, para descartar a suspeita que havia algum sequestrador ainda a bordo. Após conferência, foram levados ao restaurante do aeroporto, onde ficaram até por volta das 20 horas para coleta de informações. Na sequência, todos os passageiros foram liberados e embarcaram em aviões de outras empresas aéreas em direção a seus destinos primários, no mesmo dia e outros, no dia seguinte, pela manhã.

    Em Curitiba, haviam 40 passageiros que embarcariam no mesmo voo em direção ao Rio de Janeiro, entre eles, o time do Curitiba que enfrentaria o Flamengo, pela Copa João Havelange; sendo embarcados em outra aeronave da VASP, com apenas 26 minutos de atraso, em relação a previsão inicial.

    As polícias militar e civil foram à Porecatu para rastrear os assaltantes, porém, encontraram apenas uma das caminhonetes utilizadas na fuga. Cinco dias após o evento, a Polícia Federal colheu o depoimento dos tripulantes; Comandante Sérgio Carmo dos Santos, copiloto Mauro Bittencourt Barge e comissários Ariovaldo Virgílio Pereira, Cristina da Cruz Silva, Márcia Valéria Vieira Campos e Vitoria Regina Andrade Simas e realizaram o retrato falado, combinando as informações passadas pelos passageiros e funcionários do aeroporto de Foz do Iguaçu.

    Caminhonete usada na fuga, encontrada na manhã seguinte em um canavial da região (Rep: TV Globo)

    Após a confecção do mesmo, chegou-se a um suspeito; Marcelo Moacir Borelli, assaltante já conhecido pela polícia e que já havia realizado assaltos a carros forte no Paraná, inclusive, da mesma empresa TGV, além de ser reconhecido posteriormente, por uma comissária. Borelli e outros assaltantes do VP-280, como Gerson Palermo (o sequestrador piloto que ficou na cabine), acabaram capturados depois de algum tempo. Borelli foi preso no final de outubro quando retornava do Paraguai com um carregamento de armas. Mesmo com a prisão dos assaltantes, o dinheiro nunca foi recuperado.

    Sequestrador Marcelo Borelli (Reprodução: Folha Online)

     

    Borelli, além deste sequestro e roubo, ficou conhecido por inúmeros crimes, como o roubo de 61Kg de ouro avaliados em R$ 1 milhão de reais, que tinha acabado de ser embarcado em um avião em Brasília, no dia 06 de julho de 2000; um mês antes do VP 280. Na ocasião, assaltantes armados com metralhadoras e vestindo coletes à prova de balas, chegaram na pista do Terminal de Cargas, em Brasília por volta de 19hs em duas caminhonetes, cercando a aeronave, também da extinta VASP, com 70 passageiros embarcados; e executaram o roubo do ouro. A ação dos bandidos foi toda registrada pelas câmeras de segurança do aeroporto, onde se comprova que foi uma ação extremamente rápida e planejada, durando cerca de 5 minutos toda a ação.

    Roubo de 61 kg de ouro de avião no aeroporto de Brasília — (Foto: Reprodução/TV Globo)

    Mas, o crime de maior atrocidade de Borelli e talvez, o mais famoso, é a tortura de uma criança de três anos, filha de um ex cúmplice, um mês após o roubo; quando o bandido filmava a movimentação do aeroporto de São José dos Pinhais, para possível, outra ação; mesmo sendo procurado pelo sequestro e assalto do VASP 280.

    Ele submeteu a criança a choques elétricos, afogamentos, espancamentos e até mesmo, a fez engolir fezes humanas. Ele filmou todas estas ações, que chegou até ser veiculada amplamente em rede nacional de televisão, exibindo algumas das cenas chocantes. O objetivo do assaltante, era enviar a fita para o pai da menina, pois, ele acreditava que o mesmo o tinha denunciado após assalto a um carro forte. Borelli foi acusado por 21 atos de tortura neste caso.

    O assaltante passou por cadeias em Belo Horizonte, Campo Grande, São Paulo, Londrina e Brasília; onde era espancado e sofria abusos sexuais, contraindo AIDS em 2001, possivelmente, proveniente de tais abusos. Ele recusou a se tratar e ingerir qualquer medicação que era ministrada para tratamento da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida. Com o passar do tempo, ele ficou debilitado, porém, segundo relatos, continuava arrogante e grosseiro com as pessoas que o cercavam.

    Marcelo Borelli, morreu de AIDS em 11 de janeiro de 2007 aos 38 anos, no Complexo Médico Penal em Piraquara, região metropolitana de Curitiba, quando cumpria pena original de 177 anos.

    Uma curiosidade, é que em 2014, foi lançada uma série de TV, produzida pela TV Globo; intitulada “A Teia”; que é baseada nos feitos e na trajetória de Marcelo Borelli.

    A aeronave Boeing 737-200 (737-2ª1 Adv), matrícula PP-SMG foi comprada nova pela VASP, foi entregue em 10 de julho de 1973 e operou até janeiro de 2005, quando a VASP paralisou suas atividades. Após a falência da Companhia em 2008, foi desmanchada para suas peças irem a leilão no final de 2011, após a aeronave ter ficado vários anos inativa no Aeroporto de Congonhas em São Paulo.


    Sucata do PP-SMG para leilão (Reprodução: Cultura Aeronáutica)

    A última “atualização” dos atores dos eventos narrados, é de Gerson Palermo, 62 anos, que além de ser condenado pelo sequestro do VP 280, é também condenado por tráfico de drogas, associação para o tráfico; além de ser considerado um dos líderes do PCC. Possui condenação de aproximadamente 100 anos de prisão; acumulando passagens pela polícia desde 1991, ocasião esta, que a Polícia Federal chegou a espalhar 50 mil cartazes de “Procura-se” em todo território nacional.

    Palermo foi o sequestrador que ficou na cabine do VASP 280 orientando os pilotos a procederem desvio e pouso em Porecatu, com aproximação visual e sem acionamento de emergência, pois, o mesmo é piloto e possuía experiência de voo, principalmente na região do Paraná.

    Ele estava em presídio de segurança máxima de Mato Grosso do Sul, desde 11 de abril de 2017, após ter sido preso por tráfico de drogas durante a “Operação All In” da Polícia Federal. Gerson conseguiu prisão domiciliar por liminar judicial em 21 de abril de 2020, ainda no início da pandemia do Coronavírus, pois foi enquadrado no grupo de risco para a COVID e obteve prisão domiciliar, com monitoramento eletrônico (tornozeleira eletrônica); porém no dia seguinte, o benefício do regime domiciliar foi revogado; mas, oito horas após o benefício, Palermo rompeu a tornozeleira e desapareceu, estando foragido até a data desta publicação.

    Gerson Palermo durante prisão em 2017 realizada pela operação All In. (Foto: André Bittar/Arquivo)
    CRÉDITO: CAMPO GRANDE NEWS

     

    Atualmente, encontra-se em investigação de infração disciplinar do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o fato de um desembargador conceder prisão domiciliar ao narcotraficante condenado a mais de 100 anos de prisão.

    Voltando ao sequestro e roubo do voo VASP 280 e analisando pelo olhar da Segurança Nacional, podemos salientar o conhecimento prévio do carregamento dos malotes de dinheiro no voo em questão, pois, tais transportes eram realizados de forma sigilosa, justamente para impedir assaltos. Neste assalto, os assaltantes tinham o conhecimento até de qual bagageiro da aeronave estava embarcada a carga valiosa.

    Nos anos 2000, no Aeroporto de Foz; os passageiros eram submetidos a inspeção de raio-x e detectores de metal, além das bagagens serem submetidas as mesmas atividades, podendo os objetos serem identificados facilmente. Então…, como as armas foram parar no avião? Bem, há várias possibilidades, sendo a mais debatida é que as armas tenham sido colocadas na aeronave em outro aeroporto a qual a mesma passou ou até mesmo, realizada por alguém das equipes de trabalho em solo; pois, em 2000, as equipes de solo não eram submetidas a inspeções de segurança, a exemplo dos passageiros, ou ainda, terem colocado as armas previamente entre o espaço do embarque e pista. O que se sabe é que houve uma falha grave na segurança aeroportuária, que poderia ter ocasionado um grande desastre.

    A exemplo do primeiro texto, saliento que antes dos atentados de setembro de 2001, a segurança nos aeroportos era deficiente, mesmo com alguns recursos. Havia inúmeras brechas e cada aeroporto possuía um grau de eficiência de segurança diferente, bem como, a segurança em voo era deficitária.

    A aviação comercial, apesar de inúmeros acontecimentos de sequestro e até mesmo roubo, como o roubo do ouro citado neste texto; não possuía uma mentalidade de segurança das operações extremamente rígida como se observa hoje; dando margem para embarque nas aeronaves de diversos ilícitos, inclusive, armamento e de apresentação de documentos falsos por parte dos passageiros antes do embarque. A aeronave mudou sua rota original, porém, não houve acionamento da Defesa Aérea, dando tempo para pousar e realizar a retirada dos malotes sem problemas, no aeroporto de Porecatu.

    Após tal ocorrido, foi proibido o transporte de malotes de dinheiro em aeronaves comerciais e um certo aumento na fiscalização e segurança nos aeroportos nacionais foi implementado. Atualmente a segurança das operações aéreas estão em constantes modernizações e atitudes rígidas são tomadas para evitar quaisquer tipos de ilícitos que eram frequentes ao longo de nossa história, além de controle sanitário efetivo. As forças de segurança realizam treinamentos constantes, simulando as possíveis ações de risco, como por exemplo, a Polícia Federal Brasileira, que realiza os exercícios ESAB (Exercício Simulado de Ameaça de Bomba) e o ESAIA (Exercício Simulado de Apoderamento Ilícito de Aeronave), para manter o efetivo adestrado; além de exercícios realizados por outros segmentos de forma individual ou operações em conjunto para treinamento.

    Que nossa história nunca fique esquecida e que as gerações do presente e futuro, possam entender a importância e o reflexo dos acontecimentos passados em nossa sociedade atual, bem como, as ações do presente e seus impactos no futuro.

    No próximo texto (Janeiro de 2022), vamos iniciar o ano relembrando a história de um jovem herói nacional (quase) esquecido, que faleceu na cidade mineira de Barbacena, após um dos maiores acidentes ferroviários do Brasil.

     

    NOTA DA REDAÇÃO – Fabrício Robson de Oliveira, Especialista em Direito Internacional – Pesquisador em Segurança e Defesa

     

    Referências:

    20 anos do roubo e sequestro do avião da Vasp no Paraná

     20 anos: relembre sequestro-relâmpago de avião da Vasp em Foz: https://www.radioculturafoz.com.br/2020/08/16/20-anos-relembre-sequestro-relampago-de-aviao-da-vasp-em-foz/

    Aconteceu em 16 de agosto de 2000: O sequestro do voo 280 da VASP no Paraná: http://desastresaereosnews.blogspot.com/2021/08/aconteceu-em-16-de-agosto-de-2000-o.html

    Acusado de torturar menina de três anos é condenado a 172 anos: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2607200120.htm

    Apertem o cinto, o ladrão assumiu: https://istoe.com.br/32186_APERTEM+O+CINTO+O+LADRAO+ASSUMIU/

    Assaltante Marcelo Borelli é espancado por presos: https://www.folhadelondrina.com.br/geral/assaltante-marcelo-borelli-e-espancado-por-presos-na-pf-358319.html

    Avião da Vasp é assaltado no Paraná: https://www.terra.com.br/brasil/2000/08/16/086.htm

    Borelli é condenado a 172 anos por tortura: https://www.diariodecuiaba.com.br/brasil/borelli-e-condenado-a-172-anos-por-tortura/61195

    Com aids, Marcelo Borelli morre na cela do Complexo Médico Penal: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/com-aids-marcelo-borelli-morre-na-cela-do-complexo-medico-penal-abzajac8cytu4e6n2914l9nbi/

    Condenado por sequestrar avião e por tráfico deixa presídio devido à covid-19, mas rompe tornozeleira e foge: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2020/04/23/condenado-por-sequestrar-aviao-e-por-trafico-deixa-presidio-devido-a-covid-19-mas-rompe-tornezeleira-e-foge.ghtml

    Grupo sequestra e assalta avião da Vasp: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1708200001.htm

    https://globoplay.globo.com/v/8781388/

    Marcelo Borelli se recusa a tratar da Aids: https://tribunapr.uol.com.br/painel-do-crime/marcelo-borelli-se-recusa-a-tratar-da-aids/

    O sequestro relâmpago do voo Vasp 280: http://culturaaeronautica.blogspot.com/2009/10/o-sequestro-relampago-do-voo-vasp-280.html

    Os Boeing 737 da VASP: 36 anos no ar: http://culturaaeronautica.blogspot.com/2016/06/os-boeing-737-da-vasp-36-anos-no-ar.html

    PF distribui cartazes com retratos falados de suspeitos de sequestrar avião no PR: https://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/vasp.htm

    Policia Federal ouve tripulação de avião sequestrado no Paraná: https://www.diariodecuiaba.com.br/brasil/policia-federal-ouve-tripulacao-de-aviao-sequestrado-no-parana/17855

    Pra Onde Foi O Dinheiro? VASP 280 EP. 814. Canal Aviões e Músicas: https://www.youtube.com/watch?v=uU12fIFURFQ

    Relembre: 61 kg de ouro avaliados em R$ 1 milhão foram roubados no Aeroporto de Brasília, no ano 2000: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/07/26/relembre-61-kg-de-ouro-avaliados-em-r-1-milhao-foram-roubados-no-aeroporto-de-brasilia-no-ano-2000.ghtml

    Sequestro de avião da Vasp que saiu de Foz do Iguaçu completa 20 anos: https://foz.portaldacidade.com/noticias/policial/sequestro-de-aviao-da-vasp-que-saiu-de-foz-do-iguacu-completa-20-anos-1613

    Sequestro do VP 280: https://hinouye.wordpress.com/2020/08/16/sequestro-do-vp-280/

    Sequestro não altera rotina no aeroporto Afonso Pena: https://www.terra.com.br/brasil/2000/08/16/115.htm

    Série da Globo é baseada em vida de Marcelo Borelli: https://globoplay.globo.com/v/3108441/

    Sumido desde fuga escandalosa, Palermo ganha mais um processo por lavagem – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS: https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/sumido-desde-fuga-escandalosa-palermo-ganha-mais-um-processo-por-lavagem

    Tiro acidental em outro avião Vasp em 1997: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff180927.htm

    Tripulantes do voo 280 serão ouvidos: https://www.folhadelondrina.com.br/geral/tripulantes-do-voo-280-serao-ouvidos-na-segunda-296704.html

    Virou sucata: https://aeromagazine.uol.com.br/artigo/virou-sucata_77.html

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